APRENDENDO COM ADEGA
Prezado amigo Marcelo Copello, gostaria de externar os meus sinceros agradecimentos pelos artigos que você escreve em ADEGA, um presente caído do céu pra mim nesse primeiro ano da revista e, coincidentemente, meu primeiro ano de sério estudo dessa fantástica bebida que encanta a muitos. Sempre tive um carinho especial pelo vinho, mas só nesse ano, definitivamente, resolvi me tornar um enófilo, e, graças a Deus, fui apresentado à ADEGA numa banca de jornal.
Acompanho a revista desde o número 7 e já fiz o pedido pra completar minha coleção. Seus artigos para mim são como um curso de vinhos, anseio todo mês pela próxima edição e estou convicto que, de agora em diante, terei um bom conhecimento sobre o mundo das uvas e do vinho.
Enoque da Silva Cerqueira
Caro Sr. Enoque, não poderia haver maior recompensa ao nosso trabalho aqui em ADEGA do que e-mails como o seu. Fique certo de que, do mesmo modo que o Sr. guarda exemplares de ADEGA em sua coleção, nós guardermos o seu e-mail, para lembrar sempre que fazemos de nosso trabalho e de nossas vidas algo de positivo, saudável e de real valor para alguém. Forte abraço,
Marcelo Copello.
PARA TODOS OS GOSTOS
Sou assinante desta “gostosa” revista e é um grande prazer quando chego em casa e a vejo em cima da mesa, pronta para ser “degustada”. Se vocês me permitem, gostaria de dar algumas sugestões:
1 - Hoje em dia 70% das matérias sobre vinhos são sobre Argentina e Chile, até concordo que eles tenham um bom custo-benefício, mas estão tão “fortes”, “poderosos” e “encorpados” que já não serão mais degustados em taças e sim em um prato fundo com garfo e faca, alguns chegam a ser “negros”, quase da cor da Coca-Cola (risos). Prefiro uma companhia mais delicada, harmoniosa e menos individualista (a maioria destes vinhos matam qualquer prato). E eles são bem parecidos,
2 - Nunca fui fã dos vinhos brasileiros, sempre os achei “fracos” demais, e os bons acabam ficando muito caros, comparando com similares do cone sul. Mas, ultimamente, tenho olhado o vinho nacional por outro lado, com um vinho “amigo”, e por não ser tão estupidamente potente, é um bom “parceiro” para uma boa refeição do dia... uma taça no “almoço executivo”.
3 – Deveriam detalhar mais as regiões da França, com matérias fixas em todas as edições. Por exemplo, a Alsácia, que deveria ter uma coluna fixa, bem como outras regiões. Vocês dedicaram apenas cinco páginas a respeito desta região, enquanto falam o tempo todo dos brancos da Argentina e do Chile, vinhos bons, bem superiores aos tintos, mas todos meio parecidos. Parabéns pela revista e boa sorte.
André Romão do Amaral Braga
Prezado André, agradecemos os elogios. Como em todas as artes, os apreciadores de vinho apreciam estilos distintos. Alguns são apaixonados pelo Velho Mundo, enquanto outros preferem os do Novo Mundo. Sem falar em países e regiões. Em nossa publicação desejamos contemplar a todos com matérias instrutivas e agradáveis.
ENOARQUITETURA
Parabéns pela matéria sobre o projeto arquitetônico das Bodegas Catena publicada na última ADEGA. O texto dá a sensação de que o repórter visitou a bodega. A foto do Otávio, Biondi Santi e Ronnie Von na coluna Quem, Onde, Bebendo... ficou muito simpática. Sofia Carvalhosa
Prezada Sofia, agradecemos os elogios, aguarde novas visitas às mais impressionantes bodegas do mundo.