Quem não se lembra da famosa cena do clássico romântico "Uma Linda Mulher" em que Vivian (Julia Roberts), sem saber como comer escargot, atira-o longe, e, na seqüência, o caracol voador é pego por um garçom, como se fosse uma bola de basebol.
Este molusco – e sua indefectível concha – foi um dos primeiros alimentos não-vegetais do ser humano, pois era fácil encontrá-lo e capturá-lo. No mundo, existem quatro mil espécies de caracóis, mas a mais popular e bastante valorizada na gastronomia é o “Escargot de Borgonha” (Helix pomatia), considerado o caracol dos vinhedos, comum em países europeus. Hoje o escargot é uma iguaria muito apreciada na culinária francesa. Sua carne magra é muito saudável, de baixo teor calórico e de fácil digestão.
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| Aluisio Didier |
Cristiano Barros Neto |
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| Paula Barros Neto |
Naum Ryfer |
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| Nina Ryfer |
Marcelo Copello |
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| Regina Martinho da Rocha |
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O oposto disso, nada leve e nem um pouco magro, é o cassoulet, outro clássico francês. Esta “feijoada francesa” usa no lugar dos feijões pretos e da carne de porco, feijões brancos e um pouquinho de tudo: carne de vaca, carneiro, pato, galinha, bacon, lingüiça e qualquer outro animal que estiver passando pela cozinha no momento.
O cassoulet é uma especialidade do sul da França, da região do Languedoc. O nome deriva da caçarola em que o feijão branco e as carnes são cozidas, a cassole d’Issel. No passado foi um prato de trabalhadores rurais mas, atualmente, tem status de iguaria.
Pois bem, o Enogourmet deste mês uniu estes dois clássicos da culinária francesa: o escargot e o cassoulet.
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