Ouro tropical

Melhor exemplo da alta qualidade da vinicultura brasileira, os espumantes ganham espaço com qualidade e história para contar

Sílvia Mascella Rosa em 4 de Setembro de 2012 às 08:11

Sívlia M. Rosa

Quantas vezes você já ouviu alguém usar a palavra Champagne para falar de um espumante? Para os sommeliers então, esse é - guardadas as devidas proporções - um pesadelo recorrente. Corrigir ou não o cliente dizendo que Champagne é uma região demarcada, do norte da França, onde são feitos espumantes sob rígidas regras e com apenas três variedades de uvas?

O que acontece é que, no mundo do vinho, comparações são inevitáveis. Quando o assunto é Pinot Noir, a Borgonha sempre dá as cartas; quando a uva em jogo é a Sangiovese, é impossível não pensar na Toscana; e, quando se fala em espumantes, mais do que tudo, fala-se em Champagne. Verdade seja dita, quase ninguém tem obrigação de saber que nem tudo o que borbulha é Champagne (os sommeliers têm, é claro), mas a utilização genérica do termo pode levar a erros consideráveis na taça e na hora de pagar a conta.

Diferenciar-se de uma indústria antiga, poderosa e luxuosa como a do Champagne vem sendo o desafio de muitos países que têm bons (às vezes ótimos) vinhos com borbulhas. Foi o que fez a Espanha com seus Cavas, determinando um estilo, uma região e também a utilização de outras uvas, e os italianos com o Franciacorta, entre outros europeus. Todos eles apostam em um mercado em crescimento, pois uma pesquisa feita no Reino Unido neste ano com 39 mil pessoas (pela agência de pesquisa de mercado TNS) revelou uma possibilidade de duplicação do mercado consumidor de espumantes nos Estados Unidos e no Reino Unido e a possibilidade de quadruplicação do mercado em países emergentes como a China e a Índia.

Prata da casa
No Brasil, a situação é bem particular quando se trata de espumantes. Rara exceção entre os apreciadores, poucos brasileiros hoje não reconhecem nossos vinhos borbulhantes como sendo a parcela mais expressiva de nossa vinicultura. E, em outra constatação rara, esse reconhecimento veio de dentro para fora e não de fora para dentro, como acontece com vários de nossos rótulos tintos, mais consagrados no mercado internacional do que no doméstico. A venda de espumantes gaúchos, aliás, atingiu os 13,2 milhões de litros em 2011 (em 2010 havia sido de 12,6 milhões) e as primeiras estatísticas de 2012 já apontam para um novo crescimento nas vendas, segundo dados do Ibravin.

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É uma indústria com bastante história, se considerarmos o quão jovem é a produção de vinhos finos no Brasil. A precursora foi a vinícola Peterlongo, fundada em 1915 na cidade de Garibaldi - a primeira empresa brasileira a fazer espumantes pelo método tradicional, preparando-os em suas caves de pedra basáltica, hoje abertas à visitação. A empresa foi criada por Manoel Peterlongo - um italiano que trabalhava no Brasil como agrimensor -, mas cresceu nas mãos de seu filho Armando, farmacêutico de profissão, que se interessou pela ação das leveduras nos vinhos. Em seus quase 100 anos de história, a vinícola mudou de mãos, porém não de vocação e vem brigando na justiça pelo direito de continuar utilizando em seus rótulos a palavra "Champagne", que usava desde os tempos em que seus produtos eram vendidos na loja de departamentos Macy's em Nova York, na primeira metade do século passado. Naquela época ainda não havia a proibição do uso do nome para produtos de fora da região francesa.

A venda de espumantes gaúchos atingiu os 13,2 milhões de litros em 2011

A Peterlongo abriu caminho para muitas outras empresas na região de Garibaldi, o que viria a dar à cidade o título de "Capital Brasileira do Champanha", abrigando até hoje muitas empresas do ramo e um festival bienal dedicado ao produto. Foi lá, também, que na década de 1950 nasceu a Georges Aubert, fundada por imigrantes franceses que, ironicamente, trouxeram para o país a tecnologia para fazer espumantes com a segunda fermentação em tanques de aço inoxidável, conhecida como método Charmat. A empresa, tendo sido uma das mais importantes do país, teve suas instalações vendidas no ano passado para um companhia de fora do segmento de bebidas e atualmente apenas terceiriza sua produção, retendo ainda o nome de Champagne Georges Aubert.

fotos: Sívlia M. Rosa

Terra de gigantes
Durante a década de 1970, a região teve um desenvolvimento muito grande, com a chegada das gigantes estrangeiras, como a Martini-Cinzano, a Forrestier e a Moët & Chandon, que se instalaram na região e trouxeram tecnologia e, principalmente, expertise técnico, já com os olhos fixos no potencial da Serra Gaúcha para a produção de vinhos de alta qualidade. Das três grandes, apenas a Chandon continua produzindo da mesma forma que o fazia quando aportou aqui (apesar de ter tirado de sua linha os vinhos tranquilos e ter se especializado nos espumantes) e é, segundo Phillipe Mevel - diretor técnico da filial brasileira -, considerada pela matriz francesa entre as melhores de todo o grupo.

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As terras da Forrestier pertencem hoje ao grupo Wine Park, que segue utilizando as uvas do terroir original em espumantes feitos tanto pelo método tradicional quanto pelo Charmat, com sucesso. Sob a marca Gran Legado está o conhecimento do enólogo Christian Bernardi, presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), que aprendeu seu ofício nos longos anos em que foi responsável por alguns dos espumantes da Cooperativa Aurora, sob a chefia de outros grandes técnicos do ramo, como Antonio Czarnobay e Nauro Morbini.

Para trabalhar nas empresas estrangeiras, vieram ao país outros profissionais que hoje atuam em suas próprias vinícolas, mas que foram responsáveis - mesmo que indiretamente - pela elevação da qualidade dos espumantes nacionais. São pessoas como o chileno Mário Geisse (trazido para trabalhar na Chandon em 1976) e o argentino Adolfo Lona (trazido para trabalhar na De Lantier na mesma década). Mário Geisse percebeu cedo o potencial da região e, incomodado pelo fato de a Chandon não fazer espumantes de método tradicional, resolveu comprar terras por aqui e fazer ele mesmo seus vinhos. A vinícola Geisse fez seus primeiros testes com o método Champenoise entre 1984 e 1985 e atualmente desfruta do confortável (embora informal) título de ser a vinícola que faz os espumantes mais elegantes e cultuados do país. Trabalhando com ele está outro chileno, Carlos Abarzua, que também fincou raízes por aqui há muitos anos e vê na região onde está a vinícola um potencial ainda mais especial para os espumantes de método tradicional: "Estamos na IP de Pinto Bandeira (subdistrito de Bento Gonçalves), reconhecida pela qualidade das uvas Chardonnay e Pinot Noir para os espumantes, e daqui saem realmente alguns dos espumantes mais saborosos do país, privilegiados pela altitude, pelo frio e pelo solo pedregoso", explica o enólogo.

Indicando a Procedência
A região de Pinto Bandeira, segunda Indicação de Procedência brasileira (depois do Vale dos Vinhedos), tem mesmo uma vocação para os espumantes feitos pelo método tradicional, e seu reconhecimento parece ser o início de um longo processo para que o Brasil delimite, estude com atenção e consiga divulgar seus bons produtos com a mesma eficácia de alguns Cavas espanhóis, por exemplo. Afinal, é nas mesmas frias montanhas que estão outros produtores igualmente dedicados às borbulhas de alta qualidade, como a Don Giovanni e a Valmarino, por exemplo.

A força da região é tão grande nesse sentido que os produtores citados acima recebem também o vinho-base de outros vinicultores da serra (e até mesmo de outros estados) e se encarregam de cuidar da segunda fermentação, um processo laborioso e longo que precisa ser feito com muito cuidado. É também de lá que virá, em breve, o primeiro espumante da Cooperativa Aurora feito pelo método tradicional, uma mudança imensa para uma empresa com mais de 80 anos e cujo foco principal sempre foi a produção de espumantes do método Charmat, mais rápidos de fazer e mais fáceis de controlar. Há décadas, a cooperativa tem na região um centro tecnológico e vinhedos modelo, de onde vêm saindo vinhos diferenciados, especialmente brancos, e a aposta em um espumante champenoise é a confiança total no potencial da região.

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Dentro do Vale dos Vinhedos, a região brasileira mais reverenciada, a produção de espumantes segue regras bastante rígidas, que visam também obrigar os produtores a trabalharem com o foco na alta qualidade que se pretende para a primeira Denominação de Origem brasileira. Para efeito de DO só são aceitos espumantes feitos pelo método tradicional, com uvas colhidas e processadas dentro do próprio Vale. Por conta disso, alguns bons produtores que levavam seus vinhos-base para Pinto Bandeira ou para Garibaldi para a segunda fermentação, passaram a fazê-lo em suas próprias vinícolas ou em algumas das grandes de dentro do Vale.

A região de Pinto Bandeira tem uma vocação para os espumantes feitos pelo método tradicional

Nomes fortes como Pizzato, Miolo e Valduga trabalham com linhas bem completas de espumantes, em vários estilos e para muitos públicos, mas é perceptível a busca de um controle de qualidade ainda maior para produtos já consagrados: "Nosso único espumante que ainda era feito pelo método Charmat, na última safra se transformou em método tradicional. Entendemos que nosso público já aprecia isso, mesmo nas linhas de melhor custo-benefício", conta o enólogo Flávio Pizzato, falando de seu Fausto.

Na Casa Valduga, empresa que possui a maior cave subterrânea para espumantes da América Latina, uma diferenciação importante foi colocada nos rótulos no ano passado: o tempo que cada espumante descansa sobre a levedura na segunda fermentação (12 meses, 25 meses, 60 meses). A diretora comercial da empresa, Juciane Casagrande, explicou na época do lançamento da nova rotulagem que essa foi uma mudança vinda de uma percepção de mercado, pois as pessoas escutavam falar que o vinho havia amadurecido por muito tempo e sempre queriam saber quanto e quais as diferenças entre eles, pensando em uma compra futura dentro da enorme linha de produtos da vinícola.

"Precisamos copiar tecnologia e não produto", afirma Gilberto Pedrucci

Seleção de uvas na vinícola Salton
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Como na França
O Brasil vitivinícola, desenvolvido através de múltiplas influências (leis ao estilo de Portugal, vinhedos e uvas ao estilo da França e vinhateiros ao estilo da Itália) faz seus espumantes seguindo as fiéis tradições de Champagne, menos quando se trata dos leves borbulhantes feitos com a uva Moscatel, em que a tradição italiana da região de Asti reina soberana.

Muitos enólogos brasileiros viajam com frequência para a região francesa, fazem estágio por lá e creem que o modo de fazer dos franceses é o mais correto também para nosso terroir, ainda que as uvas nem sempre sejam as mesmas (por aqui, em vários produtos, a Pinot Meunier foi substituída pela Riesling Itálico).

Com isso em mente, um grupo de produtores de Garibaldi se reuniu no Consórcio de Produtores de Espumantes (CPEG) para regulamentar suas produções seguindo uma consultoria vinda especialmente de Champagne, além de se submeter a auditorias externas e de, finalmente, aceitar que não vão utilizar mais o nome de Champagne e de nenhum outro produto importado em seus rótulos. O vice-presidente da entidade, enólogo Gilberto Pedrucci (que trabalhou por mais de 20 anos na Peterlongo e hoje é proprietário da Casa Pedrucci) explica que essa diferenciação é mais do que necessária: "Não precisamos mais chamar nosso produto de Champagne há muito tempo. Isso, além de ir contra a lei, confunde o consumidor e provoca comparações que a alta qualidade de nossos espumantes não mais precisam", conta. Ele esclarece ainda que o estilo de muitos dos Champagnes (mais ácidos e menos frutados) não agradam tanto ao paladar do consumidor brasileiro quanto os vinhos feitos aqui. "Precisamos copiar tecnologia e não produto. Tanto se fala em terroir e este é o nosso, com enormes qualidades, por isso vamos valorizá-lo", finaliza.

Misturar influências, na verdade, é o que caracteriza a boa produção nacional. O enólogo gaúcho Edegar Scortegagna, da vinícola Luiz Argenta, em Flores da Cunha, vem devagar fazendo mudanças nos espumantes da casa, que já existiam quando ele lá chegou em 2009. Essas mudanças vão culminar no lançamento (no mês de setembro) de quatro novos espumantes, todos do método tradicional, em várias fases de amadurecimento. "Sei que soa fantasioso, mas quando vou fazer a combinação dos vinhos-base que serão colocados para refermentar, preciso 'entrar' no vinho. Sintonizar todos os sabores e percepções para tentar avaliar como ele irá ficar daqui três ou quatro anos. Parece coisa inventada, mas é um processo bem racional, de compreender a evolução da acidez, a ação das leveduras e a capacidade de persistência do frutado" revela Scortegagna.

Os espumantes nacionais já têm estilo próprio e não precisam mais de comparações com outros produtos

Mesmo seguindo os preceitos de desbravadores franceses como a viúva Clicquot e o monge Dom Pérignon para o processo de fabricação dos espumantes (que aqui podem ser chamados de método tradicional, clássico ou champenoise), o Brasil ainda não decidiu apostar em uma legislação que separe os produtos em tipos como é feito na região de Champagne (Millésime ou Cuvée de Prestige, por exemplo) e, por conta disso, pode haver confusão nos rótulos nacionais quando esses nomes são utilizados por uma empresa e não por outra sem que exista um critério rígido para isso. Para os franceses, os Millésime são feitos apenas em anos excepcionais enquanto os Cuvée de Prestige são os melhores espumantes de uma mesma empresa, geralmente safrados.

Muitos enólogos brasileiros defendem que não há necessidade dessa especificação, mas que há sim a necessidade de encontrar uma definição mais clara, e que alcance um público maior, para reafirmar que os espumantes nacionais já têm características e estilo próprios e que não precisam mais de comparações com outros produtos. A qualidade se prova na taça.

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COMO NASCE UM ESPUMANTE
Um espumante nasce numa safra de uvas, em que são feitos vários vinhos-base, que serão depois combinados para a segunda fermentação. Essa combinação é um segredo bem guardado por cada empresa e enólogo, mesmo que as uvas venham de um terroir particular que já lhe dê características únicas.

No entanto, o processo de escolha desses cortes (com pequenas variações de uma vinícola para outra) começa poucos meses depois de o vinho-base ficar pronto, como explica o enólogo Edegar Scortegagna: "As uvas para espumantes são colhidas mais cedo, para preservar a acidez, normalmente no final de janeiro e fevereiro, variando de safra para safra. Essas uvas são vinificadas e se transformam em vinhos-base que, apenas quatro ou cinco meses depois já poderão ser analisados juntos pensando nos cortes". No caso da Luiz Argenta, onde Scortegagna trabalha, esses cortes foram finalizados apenas em agosto, apesar dos testes terem começado ainda em junho.

Várias combinações são escolhidas quando o enólogo dispõe de muitas bases, até chegar na mais interessante e que apresenta melhor potencial de desenvolvimento futuro: "Esse não é um processo industrial e invasivo, ele é totalmente artesanal e combina sensibilidade com as análises químicas de pH e acidez, fundamentais para a vivacidade e longevidade do vinho. É preciso lembrar, por exemplo, que o processo de espumantização (ou a segunda fermentação) tende a reforçar o amargor do vinho, e que esse processo também faz desaparecer uma boa parte da carga aromática da fruta", explica o enólogo.

Na maioria das vinícolas, uma parte de vinho-base de um bom ano é sempre armazenado para uso futuro, por vários motivos: um deles é para que a empresa siga tendo vinhos com as mesmas características que o consumidor já está acostumado, outro é para controlar a qualidade da produção caso a safra seguinte não seja boa e ainda para poder, no futuro, preparar um produto especial. Esse é, na verdade, um dos motivos pelos quais a maior parte dos espumantes não são safrados, pois para isso seria necessário utilizar vinhos-base da mesma safra.

VINHOS AVALIADOS

88 pontos
ADOLFO LONA MÉTODO TRADICIONAL BRUT
Adolfo Lona, Garibaldi, Brasil (R$ 50). Amarelo claro com muito brilho e perlage delicado, tem aroma límpido de frutas verdes e fundo mineral. Saboroso e com bom volume, não tem excessos (ficou um ano em contato com as leveduras) e seu equilíbrio entre acidez e açúcar convidam a mais um gole. Tem 12% de álcool. SMR

88 pontos
CAVE GEISSE TERROIR ROSÉ BRUT 2008
Vinícola Geisse, Pinto Bandeira, Brasil (R$ 115). Rosé claro com perlage muito intenso e miúdo, tem aroma complexo de levedura, mineral e fruta vermelha discreta. Impressiona a limpidez de seu sabor (é 100% Pinot Noir), com um volume de boca atraente reforçado pela alta acidez. Saboroso e de boa permanência, é belo de ver e gostoso de beber. Tem 12,5% de álcool. SMR

90 pontos
CASA VALDUGA GRAN RESERVA EXTRA BRUT 2006 60 MESES
Casa Valduga, Vale dos Vinhedos, Brasil (R$ 83). Chardonnay e Pinot Noir combinam-se à perfeição e, 60 meses depois de combinadas, resultam em um espumante realmente saboroso, elegante, evoluído e cheio de frescor. Seu perlage intenso ocupa o líquido amarelo dourado e os aromas de leveduras e discreto floral convidam ao gole que envolve o palato. A permanência é longa e seu retrogosto é limpo, com ligeiro frutado. Excelente. Tem 12% de álcool. SMR

88 pontos
DAL PIZZOL BRUT TRADITIONELLE
Vinícola Monte Lemos, Faria Lemos, Brasil (R$ 60). Combinação clássica de uvas (Chardonnay e Pinot Noir) que tem coloração amarelo claro, com borbulhas miúdas e bastante presentes. O primeiro ataque aromático é cítrico, com um toque de levedura logo depois. Na boca, é crocante, muito volumoso e com acidez na medida certa, super fresco. Parece um Nature, mas não é. É que o pouco de açúcar residual que contêm está tão bem integrado ao frutado que ele não se sobrepõe a nada. Muito gostoso. Tem 12% de álcool. SMR

91 pontos
DON GIOVANNI BRUT OURO 30 MESES
Abegê Comércio de Bebidas, Pinto Bandeira, Brasil (R$ 86). De coloração amarelo ouro (como diz seu nome) tem borbulhas profusas e muito delicadas. Seu aroma é de um frutado discreto, com abacaxi fresco e um toque de leveduras. Mas o mais importante é que na boca ele é evoluído e saboroso, com delicioso equilíbrio e volume. O estilo, assim como de outros produtos da casa, é sempre mais amadurecido, mas sem perder frescor ou corpo. É único em sua categoria, com final quase licoroso e doce. Tem 12,2% de álcool. SMR

89 pontos
SALTON GERAÇÕES EDIÇÃO LIMITADA 36 MESES
Vinhos Salton, Tuiuty, Brasil (R$ 85). Amarelo claro, com perlage tão fino que parece um pó dourado que se dilui na taça. Este espumante é uma edição limitada que permaneceu por três anos sobre a levedura e que a traz em seu aroma, sob um manto de frutas tropicais frescas. É interessante perceber como seu aroma muda conforme passam os minutos na taça. Com excelente crocância, seu equilíbrio entre acidez e frutado é muito bom e a permanência em boca é longa, com suave retrogosto mineral. Tem 12,5% de álcool. SMR


Terroir Brasil

Artigo publicado nesta revista

Revista ADEGA 83 · Setembro/2012 · Polêmica - Vinhos naturais são melhores?

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