Revista ADEGA

Mundovino

Eventos do mundo do vinho

Da redação em 1 de Março de 2014 às 00:00

Wine Run Brasil

Primeira meia-maratona temática do país, a Wine Run Brasil apresenta sua terceira edição em Bento Gonçalves no dia 5 de abril e as inscrições já estão abertas para o evento. Os atletas vão encarar um trajeto de 21 km em meio a paisagens encantadoras e, de quebra, aproveitar uma série de atrações especiais ligadas à cultura da bebida, como palestras temáticas e visitas guiadas às vinícolas com direito a degustação. Para fazer sua inscrição, basta entrar no site www.winerun.com.br. A corrida terá largada às 9 horas, no Centro Esportivo Darwin João Geremia, e chegada na Via Trento, no campo de futebol em frente à subprefeitura do Vale dos Vinhedos.

Nova dominância

No começo deste ano, a Universidade de Adelaide, na Austrália, divulgou um relatório em que mostra que a Cabernet Sauvignon é hoje a uva mais popular do mundo, ultrapassando a espanhola Airen, que detinha o posto de variedade mais cultivada até então. Na pesquisa, a Merlot ainda apareceu em segundo lugar, deixando a Airen em terceiro. A Cabernet Sauvignon encerrou 2010 com 300 mil hectares cultivados no mundo, três vezes mais do que os 100 mil calculados há duas décadas.

Mancha de vinho

Os chineses vão dominar o mundo? Talvez, mas já começaram uma “invasão” em Bordeaux. A região, que recebe investidores de diversas nacionalidades, vem sendo bastante procurada pelos proprietários chineses, os quais se tornaram os investidores dominantes da área. Segundo Karin Maxwell, diretor de vendas da corretora Maxwell-Storrie-Baynes, estima-se que mais de 60 Châteaux estejam em mão de chineses atualmente. O vinho Bordeaux é um investimento atraente para os asiáticos, especialmente porque a procura continua muito forte na China. Os Châteaux em si também são um atrativo para os líderes empresariais chineses bem-sucedidos, que visam investir em imóveis.

Vinho matou Alexandre?

O mistério por trás da morte de Alexandre, o Grande, em 323 a.C., permanece até hoje. Uns dizem que morreu de causas naturais, outros que faleceu envenenado. Agora, as hipóteses ganharam novos capítulos. Leo Schep, toxicologista neozelandês, indicou que um vinho envenenado pode ter sido a causa da morte do grande líder macedônio, mas descartou o uso de arsênico e estricnina, pois essas drogas levam à morte rapidamente. A pesquisa de Schep, junto com o expert Pat Wheatley, afirma que o culpado mais provável foi um vinho feito de Veratrum álbum, uma espécie de heléboro branco. A planta era bem conhecida dos gregos como tratamento para induzir ao vômito e também seria responsável pelos 12 dias em que Alexandre levou para morrer aos 32 anos.

Onda de terror

A onda de xenofobia alcançou o mundo do vinho e a pacata região de Bordeaux já tem virado foco de tragédias. No final de 2013, um helicóptero, que levava James Gregoire, coproprietário da empresa Vintex, dona do Château La Rivière, e o comprador chinês Lam Kok para um passeio pela região, caiu no Rio Dordogne e matou os dois empresários. E mesmo que investigações tenham apontado um acidente como causa da queda, um grupo xenófobo aproveitou o ocorrido para espalhar o terror. Uma carta de uma entidade intitulada “Agricultural Action Committee” foi enviada a um jornal local e também ameaçou donos de Châteaux. Ela dizia que Gregoire havia pago com sua vida por ter vendido o vinhedo para um estrangeiro. “Aqueles que vendem para estrangeiros, intermediários ou compradores de fora devem esperar serem encontrados no fundo de um rio ou a seis palmos do chão”, avisava a mensagem. No começo de janeiro, um enólogo bordalês foi sequestrado e ameaçado de morte por um grupo depois de ter vendido vinhedos para um grupo suíço.

Tradição e tecnologia

Com o avanço da tecnologia, mesmo o vinho também parece querer ingressar nessa onda. O produtor Bernard Magrez anunciou que usará drones para gerenciar seus vinhedos em Bordeaux. A iniciativa envolve mini-helicópteros não tripulados com câmeras e outros sensores, que visam medir os danos de plantas doentes, estresse hídrico, maturação das uvas, além de incluir outras especificidades do solo. Jeanne Lacombe, diretor-técnico das vinhas de Magrez, crê que o uso do veículo aéreo implicará em redução de custos e mão de obra.

Vinho e sexo

No final de janeiro, a vinícola espanhola Bodegas Monje realizou a 5a edição da famosa festa Wine&Sex, numa forma bem criativa de harmonizar vinho e sexo. O evento, que teve os ingressos esgotados com antecedência, contou com uma degustação, jantar de gala, além de jogos eróticos e um filme adulto exibido na sala de barricas. Um cardápio afrodisíaco ficou à disposição de 60 convidados, e a vinícola ainda ofereceu kits Wine&Sex em seu site oficial para quem não pôde comparecer à festa, com direito a garrafa de vinho, taça com o logo da festa, algemas, vibrador, lubrificantes, preservativos e um saca-rolhas.

Tema de documentário

A história do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha, será eternizada em um documentário gravado ao longo de 2014. A produção do filme “Memórias do Vale dos Vinhedos” é uma iniciativa da Aprovale para arquivar memórias e depoimentos dos moradores mais antigos da região. Após o lançamento, o filme será divulgado à comunidade local de forma que dissemine as memórias do Vale e reative as práticas antigas. Além disso, o material produzido deverá ser disponibilizado para as escolas municipais de Bento Gonçalves, ao Patrimônio Histórico, às entidades envolvidas com a aquisição do acervo histórico e à Biblioteca Pública Municipal Castro Alves.

Dieta e vinho

Pesquisadores da Universidade de Texas afirmam que o resveratrol, componente do vinho tinto, pode reverter os sintomas da obesidade no sistema imunológico e também retardar o processo de envelhecimento. O estudo mostrou que os ratos que receberam uma dieta rica em gordura e doses de resveratrol ganharam menos peso que aqueles que não receberam o componente. Os cientistas acreditam que o resveratrol exerce um efeito protetor no timo, órgão responsável pela resposta imunológica, prevenindo seu envelhecimento precoce em decorrência de uma dieta não balanceada.

BitCoin

Compras pela internet

No fim de 2013, a vinícola neozelandesa Pyramid Valley Vineyards tornou-se a primeira do hemisfério sul a usar o “bitcoin”, a moeda online, em compras pela internet. E o resultado foi satisfatório na época de Natal, em que a nova adoção ajudou a responder por 9% de todas as transações pela rede. Para Caine Thompson, diretor-gerente da vinícola, a utilização do bitcoin é válida. “Para uma empresa com base pequena e bastante isolada do mercado, mas que visa vender para todas as partes do mundo, uma moeda sem fronteiras apresenta uma série de recursos”, afirmou. Já no hemisfério norte, a precursora a utilizar o bitcoin foi a adega Rollingdale, de British Columbia, no Canadá, mas outras vinícolas já estão dentro dessa onda.

Quem paga o pato?

A vinícola norte-americana Duckhorn processou o gigante varejista Walmart e a Sutter Home Winery, da Trinchero Family Estates, pelo uso da palavra pato (“duck”, em inglês) em vinhos recém-lançados pelos dois grupos, os Duck Commander. A Duckhorn alega que tem direitos de marca sobre a palavra “duck” nos rótulos. “O nome Duck Commander e o uso da palavra ‘pato’ na logomarca é ‘confusamente similar’”, acusou o porta-voz da Duckhorn. Por sua vez, os produtores do Duck Commander apontam que outros já usaram a palavra pato em rótulos e que seus vinhos têm um apelo para consumidores diferentes que os da Duckhorn, já que são vendidos a cerca de US$ 10 a garrafa, enquanto os da vinícola são muito mais caros.

Que prejuízo!

No final do ano passado, Roberto Cassago, funcionário do Conselho Italiano, em Milão, causou estrago no local onde trabalha. Durante uma festa, o homem de 71 anos mostrou que não tem muito jeito para abrir garrafas de vinho e, ao espocar um espumante, acertou a rolha em um quadro italiano do século XVIII. A obra ficou com um buraco após o incidente e o dano ficou na casa dos R$ 3 mil. Cassago até tentou esconder a “proeza”, remendando com fita, porém confessou o estrago pouco tempo depois. Em sua defesa, o funcionário disse que é praticamente abstêmio e não está acostumado a abrir espumantes.

Hollywood nos barris

Benjamín Romeo, proprietário da vinícola espanhola Bodega Contador, teve uma ideia bem interessante para atribuir valor aos seus velhos barris e conseguir colocá-los de volta à venda: estampar rostos e cenas famosas de Hollywood nas barricas. Cada uma é pintada à mão, e dada a superfície curva, a construção das cenas têm que parecer oticamente corretas. O primeiro barril estilizado guardava uma mistura de Tempranillo e Garnacha, e recebeu como estampa o chapéu icônico de Clint Eastwood, no filme “O Cavaleiro Solitário”. Nomes como Robert De Niro, Jack Nicholson e Alfred Hitchcock também compõem a coleção de barris personalizados. O preço para cada recipiente foi estipulado em US$1.600. A Bodega Contador mantém uma exposição dos seus barris estampados até 15 de julho deste ano.

Queda à vista?

Mesmo que a demanda de vinho tenha aumentado nos Estados Unidos nos últimos anos, pesquisadores do Silicon Valley Bank fazem um alerta a respeito de um lapso do poder de compra dos consumidores, já que os ricos da geração “baby boom”, nascidos no período pós-Segunda Guerra Mundial, estão atingindo a aposentadoria. Os baby boomers são responsáveis por 44% das vendas de vinho no país e o drama está na quantidade de aposentadorias, estimada em 11.500 por dia. Rob McMillan, fundador da divisão de vinhos do Silicon Valley Bank, crê que deva haver uma atenção maior no poder de compra dos mais jovens, a “geração Y”, mas faz ressalvas, apontando que, talvez, eles ainda não sejam capazes de sustentar a indústria nos patamares atuais.

Tinto “toscano” para Pitt e Jolie

Donos do Château Miraval, Brad Pitt e Angelina Jolie deram novos sinais de que querem investir para valer no vinho. Em parceria com a família Perrin, famosa produtora no vale do Rhône, o casal de Hollywood está cogitando lançar, em 2015, um tinto no estilo toscano feito em sua propriedade na Provence. O nome da garrafa seria Jolie-Pitt & Perrin. “Creio que a Provence e a Toscana tenham similaridades em termos de clima, influência marítima e terroir. O vinho Jolie-Pitt & Perrin pode ser estilisticamente semelhante aos Supertoscanos, que também conseguiram alcançar notoriedade fora do sistema de denominação de vinhos da Itália”, disse o produtor Marc Perrin, que planeja experimentar o plantio de uvas Syrah, Mourvèdre e Cabernet Sauvignon na região. Até o momento, a propriedade do casal produz somente vinhos rosés, e este ano verá o lançamento de sua segunda safra.

Participação especial

Grande apreciador de vinhos, o escritor Luís Fernando Veríssimo participou, no dia 8 de fevereiro, junto com mais de 40 convidados, da 4ª Colheita Simbólica no Vinhedo do Mundo, sediada no Ecomuseu da Cultura do Vinho Dal Pizzol, em Bento Gonçalves. Com 401 variedades de 30 países dos cinco continentes, sendo 164 em plena produção, o Vinhedo do Mundo é a terceira maior coleção privada de uvas do planeta. No mesmo dia, Rinaldo Dal Pizzol, presidente do Instituto R. Dal Pizzol, apresentou aos convidados a sala de exposição do Ecomuseu da Cultura do Vinho, ambiente com um acervo de mais de 330 peças entre 235 exemplares de vinhos, além de levá-los para participar das colheitas. Veríssimo compareceu ao evento com a esposa Lúcia Helena Massa.

Moscato 100% brasileira

No fim de janeiro, o ampelógrafo francês Jean-Michel Boursiquot, responsável por descobrir a existência da uva Carménère no Chile em 1994, foi convidado a vir ao Brasil para identificar a origem da variedade Moscato Branco. E, em uma primeira análise, não foi possível encontrar um par idêntico entre amostras da Moscato Branco cultivada no Brasil e de uvas Moscato existentes em amplas coleções dos bancos genéticos de uva brasileiro e francês. “A confirmação da hipótese certamente ampliará o interesse pelos vinhos moscatéis elaborados em Farroupilha, fortalecendo os conceitos de tipicidade e qualidade associados a essa origem, que são os elementos de base no processo de desenvolvimento da IP”, analisa João Carlos Taffarel, coordenador do conselho técnico da Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados.

Diabetes

Cientistas das Universidades de East Anglia e Kings College London, ambas do Reino Unido, indicaram que quem come alimentos ricos em flavonoide e antocianina pode ficar longe de diabetes tipo 2. Na pesquisa, 2 mil mulheres preencheram um questionário alimentar para estimar a quantidade de flavonoide, consumido a partir de ervas e legumes, além de antocianina, que é encontrada em frutas vermelhas, vinho tinto e outras frutas e legumes. “Quem consumia muita antocianina e flavonoide apresentava menor resistência à insulina”, afirmou a professora Aedin Cassidy, líder das pesquisas. Nos mesmos alimentos, foram encontrados componentes capazes de prevenir também contra obesidade, câncer e doenças cardiovasculares.

Novo chefe

O pesquisador Mauro Zanus se tornou o novo chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho, de Bento Gonçalves. Ele substituiu Lucas Garrido, que estava na função desde 1º de outubro de 2008, e ficará no cargo até 2017. Em boa parte da vida, Zanus, de 49 anos, esteve ligado à Embrapa, começando como estagiário em 1987 até se tornar pesquisador e coordenar o Laboratório de Análise Sensorial.

Auxílio na produção

Com o intuito de proteger os vinhedos na região, proprietários de Beaujolais, como Boisset Family Wines e Les Vines Georges Duboeuf, além da Cooperativa Le Cellier de Saint Etienne, formaram a BCD Développement, uma empresa conjunta de investimentos. Grégory Large, presidente da companhia, disse que a área de vinhas de Beaujolais e de Beaujolais Village caiu 38% nos últimos 10 anos.“Esta é uma perda preocupante para os produtores locais, que tem sido causada por uma combinação entre a expansão urbana da cidade de Lyon e uma década de dificuldade econômica”, explicou. A nova empresa pretende garantir o futuro, a longo prazo, dos 240 produtores da cooperativa que irá operar através da compra de vinhedos, com prioridade nos de posse de proprietários que estão querendo se aposentar e não encontram potenciais compradores.

O maior mercado de vinho tinto do mundo

Segundo pesquisa da Vinexpo, a China desbancou a França na liderança do mercado de vinho tinto no mundo. Em 2013, os chineses consumiram cerca de 156 milhões de caixas de vinho tinto, o equivalente a 186 milhões de garrafas. Em comparação, a França absorveu 150 milhões de caixas, seguida da Itália (141 milhões), Estados Unidos (134 milhões) e Alemanha (112 milhões). Entre 2007 e 2013, o consumo de vinho tinto aumentou quase três vezes mais na China, sendo que na França houve uma queda de 18%, e 5,8% na Itália. No entanto, quando se trata de vinho de todo tipo, o mercado chinês é o quinto maior consumidor.

Safari de vinho

Daryl e Sharna Balfour, fotógrafos de vinhos e de animais selvagens, uniram-se para oferecer um safári regado a grandes vinhos na principal reserva de caça do Quênia, a Masai Mara. A atividade consiste numa semana de aventura, marcada para ocorrer entre os dias 17 e 23 de agosto deste ano. Nas planícies de Serengeti, os fotógrafos e o diretor da “The Wine Cellar Wines” guiarão 12 convidados que poderão desfrutar do maior safári migratório da África, além de degustar alguns dos melhores vinhos do mundo em ambiente único. Para se hospedar no safári por seis noites, o custo será de US$9.695 por pessoa, incluindo taxas de reserva de caça, bebidas e voos privados em Masai Sara.

Vinho do gelo

O inverno rigoroso nos Estados Unidos e Canadá vem causando muitos problemas desde o fim do ano passado, mas para alguns produtores de vinho, o frio intenso é bem-vindo. Os proprietários da região de Niágara, no Canadá, creem que essa condição é a melhor para a colheita do Icewine, o famoso vinho do gelo. A produção deste ano foi uma das mais adiantadas da história, com os produtores começando a safra em meados de dezembro. A província canadense de Ontário tem registrado uma produção preliminar próxima de 7 mil toneladas de uvas, a maior safra da região, segundo dados da VQA Ontário.

Bunkers de vinhos

A London City Bond, empresa de armazenamento de vinhos, estava atrás de uma maneira de expandir o número de cofres privados para seus clientes. Por isso, comprou velhos bunkers, espaços blindados usados na II Guerra Mundial, localizados em Dinton Woods, no Reino Unido. Construídos para ser armazéns de munições para as forças armadas britânicas, os bunkers foram recentemente reformados e agora abrigam 15 cofres com paredes de concreto armado, e tamanho variando de 280 a 580 m², armazenando, ao todo, cerca de 20 mil garrafas.

Brazil!

Com a Copa do Mundo se aproximando e as atenções do mundo voltadas para o Brasil, a empresa inglesa Copestick Murray adicionou um vinho brasileiro na gama dos exemplares da marca I Heart. A edição limitada do espumante produzido a partir do método Charmat foi chamada de “I Heart Brazil Sparkling Moscato” e leva as cores da bandeira brasileira sobre o lacre. O espumante é composto por 50% de Moscato Bianco e 50% de Moscato Giallo, vindos da Vinícola Aurora.

Falsificador de vinhos

O cinema europeu está realizando as filmagens de um documentário sobre Rudy Kurniawan, um dos maiores falsificadores de vinho do mundo e que foi preso no final do ano passado. O diretor do longa-metragem, Jerry Rothwell, que também participou do julgamento do falsificador indonésio em Nova York, afirma que sua obra destina-se a “seguir os passos de Rudy em todo o mundo do vinho”. Laurent Ponsot, enólogo de Borgonha, abriu as portas de sua adega para as filmagens do documentário e tem participado das gravações, uma vez que ele foi uma das “vítimas” de Rudy, que falsificou algumas das suas garrafas, como o Clos de La Roche. O filme, intitulado “Sour Grapes”, é destinado para o público em geral e terá o foco nos vinhedos da Borgonha rural e também no aumento de consumidores de vinhos finos em Nova York. A previsão do longa entrar em cartaz é para o final do ano.

Alberto Victorio Zuccardi

José Alberto Zuccardi

No domingo, dia 9 de fevereiro, faleceu um dos grandes nomes do vinho argentino, Alberto Victorio Zuccardi, fundador da Bodega Zuccardi, em Mendoza. Ele era engenheiro civil e estava casado com Emma Cartellone, com quem teve três filhos: Cristina, José e Emma. Nascido em 1921, Zuccardi desenvolveu sistemas inovadores para a construção e irrigação em Mendoza através de sua empresa Cimalco. Em 1963, ele implantou seus primeiros vinhedos na região de Maipú, onde hoje está a Bodega Familia Zuccardi, cuja construção foi iniciada em 1968. Em 1974, ele foi o primeiro a utilizar o sistema de irrigação por gotejo em Mendoza. “Era um grande inovador, sempre se apaixonou pelo desenvolvimento de novas tecnologias, os sistemas de condução em vinhedos e até em seus últimos trabalhos esteve desenvolvendo a implantação olivícola”, disse seu filho, José Alberto Zuccardi.


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Artigo publicado nesta revista


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