Jornalista, morto aos 83 anos, transformou sua paixão pelo vinho em conteúdo sobre cultura, viagens e harmonização

por Redação
Além de uma das carreiras mais respeitadas do jornalismo brasileiro, Renato Machado deixa um legado também no universo do vinho. O jornalista morreu nesta quinta-feira, 16 de julho, aos 83 anos, após dedicar os últimos anos a compartilhar seu conhecimento sobre a bebida em programas de televisão, documentários e redes sociais, aproximando o público da cultura do vinho de forma simples e acessível.
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A paixão de Renato Machado pelo vinho ganhou ainda mais espaço após sua saída da televisão diária. Em suas redes sociais, ele publicava frequentemente dicas de harmonização, sugestões de rótulos e orientações sobre consumo responsável. Em uma de suas últimas publicações, destacou que "equilibrar adequadamente as refeições com um bom vinho tinto é uma arte", além de reforçar recomendações como evitar o consumo de álcool em jejum.
O interesse pelo tema também marcou sua produção jornalística. Em 2014, apresentou uma série especial no Jornal da Globo sobre a Provença, no sul da França, mostrando como o vinho faz parte da identidade cultural, gastronômica e econômica da região. Anos depois, voltou ao assunto em um documentário produzido para o canal Sabor & Arte e no programa Reserva Especial, do GNT, no qual percorreu importantes regiões produtoras e contou histórias de personagens ligados ao mundo do vinho.
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Nas redes sociais, Renato Machado costumava compartilhar visitas a adegas, experiências de degustação e encontros entre amigos, sempre destacando o vinho como um elemento de convivência, cultura e prazer à mesa. Seu entusiasmo pela bebida conquistou admiradores dentro e fora do meio enófilo, tornando-o uma referência para quem buscava aprender mais sobre o tema.