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    Vinho tinto pode reduzir em 86% o risco de tremor essencial, revela estudo

    Estudo realizado na Itália sugere que consumo de vinho tinto ajudar a controlar tremores de idosos

    por Carolina Almeida

    vinho e tremores
    Diversas pesquisas vêm sendo realizadas e a maioria sugere que o consumo moderado de vinho ajuda a evitar alguns tipos de distúrbios neurológicos

    Cerca de 5% dos idosos sofrem de um mal conhecido como “tremor essencial”, que geralmente afeta a parte superior do corpo e causa movimentos involuntários nas mãos, braços e cabeça.

    Até hoje não existe nenhuma causa comprovada da doença, mas, após a conclusão de um estudo realizado por clínicas neurológicas italianas e publicado no jornal médico “Movement Disorders”, foi encontrada uma maneira de prevenir o transtorno: através do consumo de vinho tinto.

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    Segundo a pesquisa, algumas taças diárias de vinho são o ideal para que o benefício alcance o nível ótimo. Durante o estudo, foram comparados cerca de 100 casais em que um deles era saudável e o outro sofria de tremores involuntários. Aqueles que bebiam uma determinada quantidade de vinho tinto por dia apresentaram um risco 86% menor de desenvolver tremores.

    Por quê?

    Quais elementos presentes no vinho levaram a esse resultado? Apesar de os resultados nessa área não serem definitivos, são os antioxidantes presentes no vinho – especialmente o resveratrol, que é muito encontrado no tinto – que protegem o cérebro no longo prazo. Este tremor involuntário se assemelha ao mal de Parkinson, doença degenerativa cujo principal sintoma é o tremor, mas ainda não há nada que estabeleça uma conexão entre os dois.

    O que se sabe é que, apesar de os dois terem origem em disfunções cerebrais, o álcool presente no vinho não é um fator de risco para nenhum deles, uma vez que a porcentagem é baixa se comparada a bebidas destiladas.

    LEIA TAMBÉM: Estudo aponta menor risco de covid-19 entre consumidores de vinho

    Parkinson

    Não é à toa que se diz “saúde” ao se brindar com uma taça de vinho. A bebida, que é historicamente utilizada para fins medicinais, é capaz de proteger o cérebro e todo o sistema nervoso de doenças neurodegenerativas, como o mal de Parkinson. Experimentos in vitro ou realizados com ratos mostraram que o vinho tinto retarda o desenvolvimento do Parkinson.

    O motivo, segundo relatos, seria o bloqueio de substâncias nocivas ao cérebro, o que diminui a morte celular. Além disso, as substâncias presentes na bebida inibem a ação de radicais livres e estimulam a produção de enzimas cujo papel é proteger o tecido cerebral.

    Estilo de vida

    Apesar de todos os efeitos protetores do vinho, o ideal é que se mantenha um estilo de vida saudável. Uma rotina alimentar adequada, a prática de exercícios físicos e um bom funcionamento do organismo têm papel muito mais importante do que qualquer forma de prevenção de doenças. Uma vida equilibrada certamente ajuda a manter o corpo e a mente alerta e, consequentemente, a afastar algumas moléstias.

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