Os primeiros 100 anos

O espumante brasileiro completa seu centenário como um dos ícones da vinicultura nacional

Por Sílvia Mascella Rosa em 4 de Outubro de 2013 às 00:00

Uma grande história é feita de muitas pequenas histórias. O encadeamento de fatos, versões, discretas ocorrências e as evidências que delas chegam até os nossos dias são capazes de nos mostrar uma parte daquilo que o mundo foi antes de que nossos olhos (e paladares) pudessem dele desfrutar. Recontar uma história centenária, nesse sentido, é recolher fragmentos e tentar com eles remontar o cálice, neste caso a taça, do que foi a história do espumante no Brasil.

Da Europa para o Brasil

A grande onda imigratória que trouxe italianos e alemães para o País ocorreu nas últimas décadas do século XIX, quando a reunificação italiana e uma forte crise econômica assolaram parte do continente europeu.

Nessa época, Champagne já era uma bebida consagrada e melhor lapidada depois de quase 200 anos passados das descobertas do abade Dom Pérignon e dos avanços obtidos pela viúva Clicquot também no começo dos anos 1800. Era um líquido mais estável, claro e bem mais doce do que o que conhecemos hoje. Mas igualmente valioso em toda a Europa.

É claro que os imigrantes italianos que para cá vieram, em sua enorme maioria do norte da Itália, não pensavam em vinhos espumantes e – provavelmente – mal conheciam as borbulhas francesas. No entanto, o vinho era essencial em suas celebrações religiosas, era parte indissociável de seus costumes e as uvas tornaram-se rapidamente uma fonte de renda, principalmente para os imigrantes que ocuparam algumas das cidades da Serra Gaúcha.

A vitivinicultura se desenvolveu rapidamente por toda a região no início do século XX, mas concentrada em vinhos brancos e tintos, de produção quase artesanal. “Quase”, pois essa produção feita nas cantinas dos imigrantes passou, aos poucos, a ser comercializada. A virada do século, que viu o País sair da monarquia, abriu as portas para o crescimento da agroindústria, e muitas vinícolas surgiram.

A família Peterlongo foi uma das pioneiras do espumante nacional

Num movimento paralelo, que aproxima a região da longa história da campanha francesa (a região de Champagne), por aqui também os religiosos tiveram um papel preponderante no desenvolvimento da vitivinicultura. Os irmãos Maristas, que chegaram ao sul em 1904, começaram a plantar uvas na região da atual Garibaldi, para fazer o vinho de missa e aquele que acompanhava a mesa dos religiosos. E esses vinhos logo passaram a ser enviados para outras partes do estado, até mesmo para fora dele. Foi assim fundada a Granja Santo Antonio, que viria a ser uma das mais importantes vinícolas da região, a Pindorama S/A - Vinhos e Champanhas. Pelas mãos de um irmão de nome Pacômio, a vinícola cresceu e ficou conhecida pela salubridade de suas uvas, por sua organização e pela qualidade dos produtos. Segundo as informações do Arquivo Municipal de Garibaldi, a vinícola, que em 1915 já havia construído uma segunda cantina, armazenava 20 mil litros de vinhos nesse momento, volume que chegou a 400 mil em 1930, época da construção da terceira cantina.

No entanto, foi um imigrante que chegou ao País em condição mais favorecida do que a grande maioria, que teria o privilégio de ser o produtor do primeiro espumante documentado do país. A pesquisadora Samanta Trivilin conta essa história em “A família operária: o processo de industrialização e a inserção da família no espaço industrial da Vinícola Armando Peterlongo”, afirmando que Manoel Peterlongo Filho imigrou para o País por volta de 1875, vindo da região do Trento, e trouxe consigo os conhecimentos da profissão que exercia na Itália, a de agrimensor, e instalou-se num lote na região central da colônia de Conde d’Eu. “Por sua profissão de engenheiro, ele foi convidado pela intendência estadual a participar da medição da área que se destinaria ao município de Garibaldi, realizando todo o traçado urbano e rural da cidade, por volta do ano de 1890”, escreve Samanta. Casado com outra imigrante italiana e com 10 filhos (apenas um homem), Manoel trabalhava para o município e produzia vinhos para consumo próprio das uvas plantadas em sua terras, das variedades Malvasia, Moscatel, Vernaccia, Rabosa e Formosa. Com uma pequena produção de espumantes, feitos pelo método tradicional, Manoel já havia conquistado pedidos de amigos e familiares, que compartilhavam taças em sua casa e, em 1913, decidiu inscrever um desses produtos no concurso da primeira exposição de uvas da cidade de Garibaldi. Foi lá que seu espumante ganhou a primeira medalha de ouro e o registro oficial que atesta o início da produção no País.

“Desde então, a cidade de Garibaldi tem sua identidade cultural e turística fundamentada no espumante. O município tem hoje mais de 20 vinícolas, muitas delas abertas para a visitação e organiza, a cada dois anos, a Fenachamp, que é aberta para todo o público, além de abrigar confrarias e entidades que se dedicam com afinco ao nosso mais prestigiado vinho”, afirma Ivane Fávero, Secretária de Turismo da cidade de Garibaldi.


“A cidade de Garibaldi tem sua identidade cultural e turística fundamentada no espumante. O município tem hoje mais de 20 vinícolas, muitas delss abertas para a visitação e organiza, a cada dois anos, a Fenachamp, que é aberta para todo o público, além de abrigar confrarias e entidades que se dedicam com afinco ao nosso mais prestigiado vinho”, afirma Ivane Fávero, Secretária de Turismo de Garibaldi

Em solo nacional

A Casa Peterlongo surgiu oficialmente dois anos depois, em 1915, e cresceu rapidamente, com a importância do “champanha” produzido por eles. O filho de Manoel, Armando Peterlongo (que havia estudado no colégio dos irmãos Maristas, donos da Vinícola Pindorama), assumiu a vinícola na década de 1920 e impôs mudanças importantes, como a construção de uma cantina de pedra que estivesse de acordo com os regulamentos da época, que já determinavam que a produção industrial se separasse do espaço familiar, pois até então era comum que as cantinas ocupassem o térreo das casas coloniais, situação que prejudicava a qualidade final dos produtos.

As primeiras décadas do século XX veem uma evolução muito grande das vinícolas da região, com a fundação da vinícola Salton em 1910 (que entraria na produção dos espumantes apenas em 1933) e a de várias cooperativas, como a Aurora, a Garibaldi, a Riograndense, que pouco a pouco começaram a ter espumantes em suas linhas.

O governo do presidente Getúlio Vargas, um gaúcho, deu um apoio importante para a região, assinando um decreto em 1932 para proteger e fomentar a indústria nacional de vinhos. Em visitas à região, ele provava e recomendava o “Champanha Nacional”, que foi servido até mesmo na visita oficial da Rainha Elizabeth II, fazendo com que o espumante produzido pela Casa Peterlongo se tornasse a bebida a ser servida nas cerimônias oficiais do governo federal.

Inseparáveis, política, indústria e agronegócio influenciaram os movimentos da história da vitivinicultura no País. A queda de Getúlio Vargas, a tentativa de um governo mais democrático e a ascensão ao poder dos militares foram um momento de controvérsia na história dos vinhos.


Jean Pierre Rosier, enólogo e pesquisador da Epagri, e filho de um dos sócios de Georges Aubert, lembra que, na década de 1940, “todos os equipamentos tiveram que vir da França, pois a tecnologia para fazer espumantes Charmat não existia aqui e ainda levaria muito tempo para que os fabricantes conseguissem produzir esses tanques no País”

Se, por um lado, a indústria nacional se via mais protegida dos rótulos importados, pela via da taxação e de variados decretos, por outro, a qualidade nem sempre crescia na proporção do consumo, e o acesso às técnicas mais modernas de produção era lento num País que se fechava para o exterior.

Uma exceção é a chegada ao Brasil, no final da década de 1940, de Georges Aubert, que, vindo da França para escapar da II Guerra Mundial, encontrou no Brasil um grupo de sócios, entre eles outros franceses, para fundar – também em Garibaldi – a Vinícola Georges Aubert, que seria a primeira a produzir espumantes pelo método Charmat, em que a segunda fermentação ocorre em tanques de aço inoxidável, com pressão controlada. “Todos os equipamentos tiveram que vir da França, pois essa tecnologia não existia aqui e ainda levaria muito tempo para que os fabricantes conseguissem produzir esses tanques no País”, explica Jean Pierre Rosier, enólogo e pesquisador da Epagri, e filho de um dos sócios de Georges Aubert no começo da empresa.

O trabalho de Georges Aubert e seus sócios abriu as portas para que outras empresas começassem a produzir espumantes, uma vez que o método Charmat encurta e barateia processos, apesar do grande investimento necessário em maquinário. Assim, empresas como as cooperativas Garibaldi e Aurora entraram no mercado com marcas próprias, como a Precioso e a Conde de Foucauld, respectivamente, durante a década de 1960.

Nessa época, vale ressaltar, as principais uvas utilizadas para os espumantes eram a Chardonnay, a Riesling Itálico, a Trebbiano e começavam a ganhar espaço a Pinot Noir e algumas variedades diferentes da Moscato.

Tecnologia e investimentos estrangeiros

O Brasil do final da década de 1960 começou a chamar a atenção do mundo e a vinicultura do País deu mais um salto com a chegada das grandes empresas multinacionais, como a Martini & Rossi, Cinzano, Moët & Chandon, Maison Forestier, Heublein e Almadén. Com grandes recursos, enólogos estrangeiros e muita sede de terroirs novos, elas modificaram para sempre a cara do espumante nacional.

No final da década de 1960, a chegada de grandes empresas multinacionais trouxe enólogos estrangeiros

Alguns nomes que chegaram ao País nessa década são, até hoje, referência no preparo de espumantes, entre eles o enólogo argentino Adolfo Lona, que foi contratado pela Martini & Rossi (atual Bacardi-Martini) para elaborar os vinhos brasileiros e a linha de espumantes De Greville, um enorme sucesso durante décadas. “A Martini estava no País com os vermutes desde a década de 1950, mas, quando adquiriu uma propriedade em Garibaldi e resolveu fazer espumantes de qualidade superior, colocou um anúncio num jornal em Mendoza e eu me candidatei. Permaneci na empresa de 1973 até 2004, quando saí para fazer meus próprios espumantes, também em Garibaldi”, conta Lona. Ele explica que o projeto era audacioso para a época e para o País, e que envolvia mudanças radicais na viticultura e a implementação das mais modernas técnicas de elaboração: “A Martini, nessa época, foi uma empresa fantástica, que ofereceu todo o respaldo e recursos necessários. Para elaborar o espumante De Greville, recebi o apoio de um enólogo francês da região de Champagne com o qual aprendi, em dois anos, o que levaria algumas décadas”.

Apenas três anos depois da chegada de Lona, outro nome de peso da vinicultura nacional imigrou do Chile para trabalhar na filial brasileira da casa Moët & Chandon, Mario Geisse: “Acho que me apaixonei pela região à primeira vista. Os caminhos sinuosos, a tradição italiana e o potencial para fazer grandes espumantes me conquistaram de vez”, conta Geisse. Ao lado de Claudio Catani, que era seu braço direito na Chandon, ele começou a implementar regras tanto em campo quanto na cantina, que mudariam a preparação dos espumantes da casa, mesmo que eles seguissem o método Charmat, e não o método tradicional da casa-mãe.

Mas a paixão pelo Brasil e pelos espumantes do País fez com que o argentino Lona e o chileno Geisse decidissem fazer seus próprios vinhos, hoje reconhecidos entre as mais elegantes borbulhas do mercado nacional, feitas pelo método tradicional.

A Chandon segue forte, tendo trazido da França um enólogo consultor, Phillipe Mevél, que deveria ficar no País por apenas alguns meses, mas, assim como seus colegas do Chile e da Argentina, fincou raízes aqui. A Martini & Rossi mudou de mãos, passou a ser a Bacardi-Martini e sua enorme estrutura foi vendida para a Vinícola Perini, originalmente de Farroupilha, mas que elabora parte de seus espumantes na cidade de Garibaldi.

Política e videiras

Outra mudança importante, e talvez a mais definitiva no cenário dos espumantes nacionais, aconteceu na década de 1990. Com a abertura econômica do governo Collor, o mercado foi inundado de produtos estrangeiros. Se por um lado isso fez com que o consumo de vinhos nacionais caísse imensamente, por outro permitiu que a lei de mercado fizesse algumas vinícolas saírem da estagnação e iniciarem um processo de modernização nunca antes visto: maquinários, tecnologia, treinamento de pessoal, investimento em mudas e na recondução de vinhedos. Dessa forma, mesmo o lado que parecia obscuro se revelou um caminho brilhante: muitos produtores de uvas tradicionais, e que já trabalhavam com alta qualidade de matéria-prima, tiveram que entrar no mercado fazendo seus próprios vinhos, pois as grandes empresas não queriam mais comprar tanta uva.

Em 2012, brasileiros consumiram 14,7 milhões de litros de espumantes

Phillipe Mevél deveria ficar no Brasil por apenas alguns meses, mas, assim como seus colegas do Chile e da Argentina, fincou raízes aqui

Desse cenário adverso emergiu o moderno vinho e os modernos espumantes brasileiros, de uma história centenária, mas de uma realidade de alta qualidade com apenas algumas décadas de vida. Luciano Vian, presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), que é também enólogo da vinícola Don Giovanni, localizada em Pinto Bandeira, a segunda IP brasileira, afirma que é possível perceber essa evolução dos últimos anos tanto nos concursos promovidos pela ABE quanto naqueles que seus enólogos participam no exterior, e o tipo de curiosidade que o espumante brasileiro desperta hoje: “Sabemos que a trajetória vitivinícola do Brasil teve seus altos e baixos, mas o espumante brasileiro superou as dificuldades enfrentadas pelo setor e hoje é o produto que abre as portas para o mercado internacional e desperta o interesse de apreciadores dos quatro cantos do planeta, pois nosso espumante possui elegância e fineza, o que atrai o interesse até mesmo dos mais conservadores”, explica.

Alguns dos nomes que surgiram nos anos 1990 e que hoje estão entre os mais significativos produtores de espumantes são as casas Valduga, Miolo, Pizzato, Don Giovanni e Dal Pizzol, ao lado de outros que vieram nos anos seguintes como a Casa Pedrucci (de um dos antigos enólogos da Peterlongo), a Estrelas do Brasil (que combina o conhecimento de um enólogo da Embrapa com um uruguaio), a Gran Legado (cujos espumantes são elaborados por um dos enólogos que trabalhava para a Aurora), a Domno (empresa do grupo Valduga, especializada na produção de espumantes Charmat) e a Perini, entre tantos outros nomes de produtores que se reinventaram nas últimas décadas e que, através dessa renovação, criaram um produto que hoje é um dos símbolos do Brasil, respeitado em solo pátrio e reconhecido como nunca antes.

“O Brasil é visto como um dos melhores produtores de espumantes no cenário do vinho atual. Isso é claro para a Casa Valduga, que aposta em espumantes de alta qualidade, pois eles são uma grande oportunidade de alavancar vendas e ganhar notoriedade em todo mercado. O aumento no consumo de vinhos e espumantes é significativo, assim como a exigência dos consumidores. Os apreciadores buscam produtos diferentes, histórias, informações e, com isso, tornam-se cada vez mais conhecedores e exigentes, e nós precisamos estar prontos para atendê-los”, afirma o enólogo João Valduga, um dos proprietários da Casa Valduga.

Os grandes nomes que fizeram a história (Peterlongo, Aurora, Garibaldi, Salton etc) também se modernizaram e, nas últimas décadas, passaram a ter espumantes especiais em suas linhas, de rara elegância, que competem na alta gama com os produtos dos pequenos vinicultores. E esse, mais do que qualquer outro, é o sinal inequívoco de uma indústria que – apesar de centenária – é hoje mais jovem e antenada do que nunca, de olho num movimento do mercado interno que consumiu, em 2012, 14,7 milhões de litros de espumantes (segundo dados do Ibravin) e que segue crescendo em volume e qualidade. Que venham os próximos cem anos.

VINHOS AVALIADOS

Em 2013, a Revista ADEGA pôde comprovar mais uma vez a alta qualidade dos espumantes nacionais durante as provas do Guia ADEGA – Vinhos do Brasil. Recebemos 207 amostras de espumantes e mais da metade delas recebeu, no mínimo, 88 pontos. Elencamos aqui os 16 mais bem pontuados desta edição.

AD 90 pontos
ALMAÚNICA RESERVA BRUT CHARDONNAY
Almaúnica, Vale dos Vinhedos, Brasil (R$ 40).

AD 90 pontos
GARIBALDI CHARDONNAY
Garibaldi, Garibaldi, Brasil (R$ 29).
 
AD 90 pontos
AURORA 100% PINOT NOIR
Aurora, Serra Gaúcha, Brasil (R$ 28).
AD 91 pontos
Maria Valduga 2006
Casa Valduga, Vale dos Vinhedos,
Brasil (R$ 150).
AD 90 pontos
AURORA CHARDONNAY Brut
Aurora, Serra Gaúcha, Brasil (R$ 28).
AD 91 pontos
MAXIMO BOSCHI SPECIALE EXTRA BRUT 2007
Maximo Boschi, Vale dos Vinhedos,
Brasil (R$ 66).
AD 90 pontos
BUENO CUVÉE PRESTIGE
Miolo Wine Group – Bueno Estate,
Campanha Gaúcha, Brasil (R$ 65).
AD 90 pontos
ORUS ADOLFO LONA PAS DOSÉ ROSÉ 2012
Adolfo Lona, Garibaldi, Brasil (R$ 120).
AD 90 pontos
CASA VALDUGA GRAN RESERVA NATURE 60 meses 2006
Casa Valduga, Vale dos Vinhedos,
Brasil (R$ 95).
AD 90 pontos
PEDRUCCI BRUT Reserva
Pedrucci, Garibaldi, Brasil (R$ 55).
AD 90 pontos
CAVE DE PEDRA MÉTODO TRADICIONAL BRUT
Cave de Pedra, Vale dos Vinhedos,
Brasil (R$ 46).
AD 90 pontos
PERINI NATURE CHAMPENOISE
Perini, Farroupilha, Brasil (R$ 97).
AD 90 pontos
DAL PIZZOL BRUT TRADITIONELLE
Dal Pizzol, Faria Lemos, Brasil (R$ 58).
AD 90 pontos
PIZZATO BRUT 2012
Pizzato, Vale dos Vinhedos, Brasil (R$ 50).
AD 90 pontos
DONA BITA CHAMPENOISE
Don Giovanni, Pinto Bandeira, Brasil (R$ 90).
AD 90 pontos
SALTON ÉVIDENCE
Salton, Tuiuty, Brasil (R$ 50).
AD 91 pontos
ESTRELAS DO BRASIL BRUT Champenoise 2007
Estrelas do Brasil, Faria Lemos, Brasil (R$ 60).
AD 90 pontos
X DECIMA BRUT ROSÉ 2010
Décima, Caxias do Sul, Brasil (R$ 49).
AD 90 pontos
FAUSTO DE PIZZATO BRUT
Pizzato, Vale dos Vinhedos, Brasil (R$ 53).
 

Para comprar seu Guia ADEGA – Vinhos do Brasil
e ter mais informações, acesse:
www.lojaadega.com.br/guiaadegavinhosdobrasil3.html


Terroir Brasil Champagne Dom Pérignon Itália Peterlongo Garibaldi Casa Peterlongo

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