Cartas

Escreva para redacao@revistaadega.com.br


PROMOÇÃO QUINTA DOS MURÇAS
Nesta edição de ADEGA, nas próximas duas, sortearemos dois assinantes que receberão em casa uma garrafa do vinho Quinta dos Murças Reserva 2008 ou do Assobio 2009. Ambos os vinhos são feitos pela Quinta dos Murças, no Douro, pertencente ao grupo que também é proprietário da Herdade do Esporão. Os assinantes contemplados desta edição são:

Raquel Sanches - receberá o Assobio 2009

Rodrigo Lourenço de Souza - receberá o Quinta dos Murças 2008

FORA DE CHAMPAGNE
Parabéns pela matéria (edição 86) que fala sobre os espumantes de método tradicional fora de Champagne. Gosto muito dos Franciacorta e dos Cava e acho que muitos deles são bem próximos dos Champagne. Acho ainda que o Brasil produz diversos bons vinhos por esse método. Neste fim de ano, por exemplo, comprei alguns da Casa Valduga, em especial o 130, e o do Galvão Bueno (feito pela Miolo).
Vitor Barros

NOME PARA O ESPUMANTE NACIONAL
Soube que a indústria vinícola nacional está procurando um nome para designar o vinho espumante nacional, na mesma linha do "Cava" espanhol e do "Champagne" francês. Nesse sentido, gostaria de dar uma sugestão de nome, baseado na língua tupi antiga, que foi a língua mais usada no Brasil nos séculos XVI e XVII e que, portanto, possui fortes vínculos histórico-culturais com o país. O nome é "toribaí", que é formado pela junção de "toryba" (felicidade, alegria) com " 'y" (rio, água, bebida, líquido), significando, portanto, "bebida da felicidade". Baseio-me no livro "Método moderno de tupi antigo", do professor Eduardo Navarro, da Editora Global. Outra opção interessante seria usar algum termo derivado da língua indígena caingangue, pois os caingangues foram o povo indígena que habitou a Serra Gaúcha antes da chegada dos colonos italianos. Acho que a revista poderia fazer uma reportagem sobre o tema, com uma enquete entre especialistas e leitores sobre alternativas possíveis de nome.
Erico Tachizawa

AJUDA COM AS FOTOS
Sou leitor assíduo desta revista. Compro por vezes na banca, outras via Apple Store. Acabo de comprar a edição dezembro na qual o Sr. Bento Experidião solicita umas fotos da Borgonha. Como estive viajando pela Alsácia e Borgonha em setembro, caso o Sr. Bento queira, posso ceder-lhe as fotografias com prazer.
Marcos Abreu

MUNDO DE VINHOS
Viajo o mundo todo por causa do trabalho e, como enófilo, estou sempre à procura de vinhos inusitados em países "estranhos". Já havia bebido um vinho da China e achada muito ruim. Assim como também provei um mexicano e não gostei nada. Mas, ainda assim, não me canso de provar. Nunca se sabe. Na edição passada, senti falta de falarem dos vinhos da Suíça. Já estive por lá algumas vezes e provei coisas interessantes, apesar de nada ser muito especial. Ali perto, na verdade, gosto muito dos vinhos da Áustria. A Grüner Veltliner é uma uva que me agrada bastante. Acho que os vinhos de lá têm bastante potencial. Pena que sejam caros ainda.
Norberto Lima

O MELHOR NACIONAL
Qual o melhor vinho brasileiro? Estou começando a consumir mais vinhos e queria saber quais os melhores para poder comparar.
João Carlos Pacheco

Caro João, é difícil afirmar categoricamente qual o melhor vinho brasileiro, ou de qualquer outro país. Mas, como você está interessado nos vinhos nacionais, um ponto de partida para que você mesmo eleja o que mais lhe agrada é o nosso Guia ADEGA - Vinhos do Brasil. Você pode adquirir pelo site www.lojaadega.com.br.

Da redação

Publicado em 18 de Janeiro de 2013 às 13:30


Cartas

Artigo publicado nesta revista

Top 100

Revista ADEGA 87 · Janeiro/2013 · Top 100

Os melhores vinhos do ano