Tecnologia, clima frio e precisão moldaram a identidade dos vinhos do país

por Redação
A Nova Zelândia construiu, em poucas décadas, uma identidade clara e reconhecível no mundo do vinho. O sucesso do Sauvignon Blanc, especialmente o de Marlborough, foi determinante para essa projeção internacional, encontrando no mercado britânico um de seus principais destinos.
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Vinhos aromáticos, tensos e de grande impacto olfativo ajudaram a consolidar a imagem do país como um produtor confiável, capaz de entregar estilo definido, regularidade e leitura precisa de terroir.
Por trás desse reconhecimento está uma vitivinicultura altamente tecnológica, orientada por pesquisa, controle e precisão em todas as etapas do processo. Clima frio, maturações longas e decisões técnicas muito bem calibradas resultam em vinhos frescos, com acidez marcante, pureza de fruta e grande nitidez aromática.
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Esse foco em exatidão técnica é um dos pilares do sucesso neozelandês e explica a consistência dos vinhos, mesmo em diferentes safras.
Além do Sauvignon Blanc, Central Otago se consolidou como uma das grandes referências do Novo Mundo para o Pinot Noir. A região produz vinhos de caráter delicado, tensão e profundidade, mas em volumes limitados e com custos elevados de produção e logística.
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A distância e o valor de importação restringem a oferta no Brasil, mas os rótulos que chegam ao nosso mercado representam bem o alto nível de qualidade do país, sempre com frescor, equilíbrio e definição muito clara de estilo.
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