Rosés ganham protagonismo, consolidam espaço no consumo brasileiro e passam a integrar de forma definitiva a mesa do consumidor

por Por Pedro Fadanelli
O rosé deixou de ser um coadjuvante sazonal para assumir espaço fixo nas adegas dos consumidores brasileiros. O estilo ganhou diversidade técnica, mais rigor na origem e um discurso que não depende de verão ou piscina.
Hoje encontramos rosés intensos, secos, estruturados, gastronômicos e também versões mais descontraídas que funcionam no dia a dia. O mercado percebeu essa demanda e ampliou importações, oferta e preço.
Clique aqui e assista aos vídeos da Revista ADEGA no YouTube
A diversidade técnica é um ponto central. Há rosés de prensagem direta que entregam cor mais clara e textura precisa, versões de sangria com maior expressão frutada e vinhos que passam por madeira ou sur lies, ampliando volume e persistência. A geografia também mudou. Além de Provence, Rioja, Navarra, Abruzzo e Loire, o Brasil passou a oferecer cortes bem feitos de Pinot Noir, Merlot e Grenache, com acidez firme e álcool controlado.
Na mesa, o rosé virou solução. Combina com pratos leves, frutos do mar, culinária japonesa, massas com vegetais, embutidos e até temperos mais presentes. A relação preço e qualidade também ajuda: abaixo de 250 reais, há rosés precisos, frescos e com vocação gastronômica. A seguir, ADEGA seleciona alguns destaques avaliados por nossa equipe que representam essa nova fase do consumo.
Conheça abaixo os rosés degustados por ADEGA até R$ 250 ⬇