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Mercado negro de Champagne Cristal


O prestigiado champagne Cristal, criado pela Roederer para o czar Alexandre II em 1876, teve suas vendas limitadas para pôr fim ao mercado negro. A produção da casa de champagne Louis Roederer é de somente 50 mil garrafas ao ano, o que transformou o tráfico de Cristal em um negócio lucrativo, especialmente na França. Na Grã-Betanha, o champagne está no centro do que os profissionais descrevem como mercado cinza, que é a compra de caixas no continente europeu e o transporte através do Canal da Mancha.

A rede francesa de lojas de vinhos Nicolas freou as vendas de Cristal diante dos indícios de importação ilegal, principalmente na África, de caixas compradas na França. Uma garrafa adquirida naquele país por 160 euros pode alcançar um preço três vezes superior em muitas capitais africanas. A rede também limitou a venda a seis garrafas por cliente.

Fernando Roveri
Publicado em 23/11/2006, às 16h00 - Atualizado em 27/07/2013, às 13h44


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