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Vinho - 28.Nov.

Viticultores se opõem ao plano de expansão da União Européia


Os Viticultores europeus estão se opondo ao plano de expansão massiva de vinícolas, criado pela União Européia, para redução de custos.

Divulgação

A UE incluiu uma emenda para liberar direitos de plantação, a partir de janeiro de 2016, com intuito de aumentar a competitividade do setor vinícola, reduzindo custos da produção.

Se a reforma for aprovada, em 2019, não haverá restrições à plantação de uvas vitivinicolas em toda a UE, mesmo em países que hoje não possuem vinhedos. E todas as novas plantações receberão denominação de origem da região.

Até o momento 12 países da EU - Alemanha, França, Itália, Chipre, Luxemburgo, Hungria, Áustria, Portugal, Romênia, Espanha, República checa e Eslováquia - já registraram seu descontentamento e pediram formalmente à comissão Européia para re considerar.

"Precisamos de 14 países e 255 votos para ter maioria" disse o enólogo aposentado, Francis Fabre. "Por isso estamos intensificando a luta - particularmente para convencer outros países produtores como a Bulgária, Grécia, Eslovênia e Malta, e alguns países consumidores assim como a Inglaterra a se juntar a nós."

Ele explica que a ideia da liberação pode diminuir os custos, porém os preços dos vinhos já estão baixos por causa da crise global e alguns produtores já estão com problemas.

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Redação
Publicado em 28/11/2011, às 09h50 - Atualizado em 27/07/2013, às 13h48


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