Cartas

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CHABLIS
"Sou antigo assinante da revista ADEGA - simplesmente a melhor do gênero que temos no Brasil e sempre trazendo informações de grande valia para todos os amantes do vinho e, mais ainda, dando aquele suporte ao iniciantes na arte de Baco. Na edição 74, excelente como todas, foi abordado o tema Chablis, região produtora de excelente Chardonnay. E eu especificamente estou a procura de um aqui no Brasil. Trata-se do 2009 Verget Cote de Jouan, Chablis Premier Cru."
Paulo Milanesi

Sérgio, esse produtor é trazido ao Brasil pela World Wine.
Não há esse vinho especificamente no catálogo on-line (www.worldwine.com.br),
mas sugerimos que entre em contato com o importador diretamente.

ADEGA SUBTERRÂNEA
Na revista ADEGA (número 75) em cartas, Flávio Junqueira Silva faz questionamentos sobre a construção de uma adega subterrânea em casa. Ele foi muito feliz ao levantar o assunto, a própria revista já tratou parcialmente desse assunto, mas há muita carência de informação técnica. Nas consultas que fiz, obtive poucas respostas e todas não responderam minhas dúvidas. O que percebi foi sempre alguém tentando me vender um projeto ou uma adega climatizada. Moro em São Mateus do Sul, no Paraná, clima fresco e muito frio no inverno. Estou construindo uma casa e nela uma adega totalmente subterrânea, 100% abaixo da casa com entrada pela parte interna da casa. Minhas dúvidas maiores são as mesmas do leitor Flávio, principalmente sobre umidade e ventilação, vou pensar na porta frigorífica e mais alguns pequenos detalhes. E faço minhas as palavras do Flávio sobre a revista.
Osmar Aggio

Quem responde é nossa editora de vinhos Sílvia Mascella Rosa e a arquiteta Vanja Hertcert: Sílvia Mascella Rosa:
Infelizmente, o revés do desenvolvimento de adegas em casa são os pequenos espaços e a troca das casas pelos apartamentos nos grandes centros urbanos.
Pouca gente nesses locais tem espaço para construir uma adega e acaba optado por modelos prontos de grandes empresas que fazem adegas climatizadas, perfeitas para esses lugares.
Dessa forma, aqueles como você e nosso leitor Flávio que têm a possibilidade e o espaço para construir suas próprias adegas ficam sem opção de consultoria, uma vez que poucos arquitetos são conhecedores das necessidades estruturais e materiais de uma adega. É por isso que encaminhamos sua mensagem para a arquiteta Vanja Hertcert, responsável por alguns belos projetos de vinícolas e também de adegas e lojas de vinhos. Ela vive no Vale dos Vinhedos e seu escritório poderá, com certeza, lhe auxiliar. No entanto, tenho que frisar que um bom projeto é mesmo a base de uma construção eficaz, assim para conseguir o que você precisa, vai ter que contar com ajuda profissional.
Vanja Hertcert: O problema mais frequente é justamente confundir adega com câmara frigorífica.
Os vinhos em caves estão ali para concluir seu processo de elaboração e precisam, sim, de condições especiais. Mas a umidade em excesso será sempre uma inimiga e, para espaços onde os rótulos ficarão durante anos, temos que, obrigatoriamente, ventilar.
E regular a umidade para, no máximo, 80%. Caso contrário, seus rótulos sofrerão, e o risco de contaminar rolhas será grande.

RUM
É possível encontrar algum daqueles runs que vocês citam na matéria "Pirataria" (edição 76, página 62), no Brasil?
Fernando Garcia

Fernando, cremos que não. Não são muitas as marcas de rum trazidas para o Brasil e nenhuma delas é de Barbados até onde temos conhecimento.

ERRATA
Na matéria "Merlot" da edição 76, na página 26, há uma omissão de palavra que traz confusão no parágrafo que inicia por: "De acordo com o censo de 1988". Sendo assim, reproduzimos o começo do parágrafo novamente com a correção: "De acordo com o censo de 1988 na região de Bordeaux, a Merlot tinha metade da plantação dentre as castas tintas. Na ocasião, a segunda casta mais plantada na região, com 28%, era a Cabernet Sauvignon."

Da redação

Publicado em 16 de Março de 2012 às 12:56


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Artigo publicado nesta revista