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Vinho - 05.Abr -

Champagne "comunista" resiste à crise e cresce


Rotkäppchen, o "champagne comunista" da antiga República Democrática Alemã (ou Alemanha Oriental), controlada pela extinta União Soviética, registrou um aumento de vendas em 2009, apesar da crise que castigou diversos mercados.

Em suas visitas à RDA, Fidel costumava brindar com Rotkäppchen
O espumante era comumente requisitado pelo ex-líder da RDA Erich Honecker - que governou entre os anos de 1976 e 1989 - nos brindes com o então presidente cubano Fidel Castro.

No último ano, a bebida cresceu 14% no mercado, chegando a um total de 104 milhões de garrafas vendidas em 2009. O grupo Rotkäppchen alcançou um volume de negócios de 778 milhões de euros, 37 milhões a mais do que em 2008. No total, foram vendidas 157 milhões de garrafas de champagne e outros espumantes.

Rotkäppchen, chapeuzinho vermelho em alemão, é assim e intitulado devido à tampa de metal vermelho (a cor símbolo do comunismo) que cobre a cortiça da garrafa. É um dos poucos produtos que conseguiu sobreviver à reunificação alemã, em 1990.

Apesar deste aumento de vendas, até pouco tempo atrás, no início da década, o espumante era desprezado pelos "alemães ocidentais", que viam na bebida uma marca do regime socialista.

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Redação
Publicado em 05/04/2010, às 11h48 - Atualizado em 27/07/2013, às 13h46


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