por Redação
![]() |
"Hoje você encontrará pessoas procurando por vinhos israelenses que estejam no mesmo patamar de diversos outros, e o bom é que nós conseguimos fabricar esses vinhos", afirmou Daniel Rogov, um crítico de Jerusalém. "Não há diferença entre os vinhos kosher (alimentos que obedecem à lei judaica) e vinhos comerciais", complementou.
As adegas de Israel conseguem produzir cerca de 33 milhões de garrafas de vinho por ano, das quais a maioria continua de acordo com as tradições e costumes judaicos. Embora grande parte da mercadoria não seja feita por vinicultores tradicionais e experientes, os vinhos estão com qualidade cada vez melhor, já que o governo subsidia pequenos produtores do país.
Robert Parker, um dos críticos de vinho mais influentes do mundo, elogiou a bebida israelense e classificou alguns vinhos com até 90 pontos, numa escala que vai de 50 a 100, chamada "Parker's 100-point rating system", nota que se equipara às dadas para vinhos libaneses, os mais tradicionais do Oriente Médio.
Confira as últimas notícias sobre o mundo dos vinhos...
+Apesar da melhora nas exportações, neozelandeses estão cautelosos
+ Washington pode registrar colheita recorde em 2009
+ Vinho argentino ganha espaço no mundo
+lidas

Brasil assume a liderança e é o principal mercado dos vinhos do Alentejo

Safra 2017 no Rio Grande do Sul

Rótulo com alerta sobre riscos do álcool poderá ser adotado na Europa

Adega secreta de Stalin com 40 mil garrafas será leiloada

Lance Armstrong e amigos arrecadam US$ 1,7 milhões em evento de vinho e arte