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    As bolsas se tornaram item obrigatório para qualquer tipo de mulher. E a Fendi consagrou essa união

    por Carolina Almeida

    fotos: divulgação

    As bolsas talvez sejam o melhor símbolo da mulher moderna. Ao sair do lar e se transformar também numa executiva, a mulher passou a usar e abusar desse item que já se tornou essencial. Seja para ir à padaria ou a um evento de gala, a bolsa se faz presente. Qualquer que seja o modelo, as bolsas estão aí para uma função principal: a afirmação e segurança feminina, além de, de quebra, servir como mais um instrumento de sedução.

    Por ser uma coisa tão complexa, foi tema de estudo de uma pesquisa chamada “In Your Purse: Archaeology of the American Handbag” (Dentro de sua bolsa: Arqueologia da Bolsa Americana), que analisou a bolsa de 100 mulheres de 18 a 64 anos, e comprovou: “a bolsa feminina é uma fonte de segurança para a mulher moderna. Um ‘lar-fora-do-lar’ que, se bem equipado, a faz sentir-se preparada para enfrentar o mundo”.

    Dentre os resultados, descobriu-se que cada mulher tem, em média, três bolsas, que são trocadas dia a dia junto com os itens que mais necessita. Estes itens, por sinal, não são poucos: calcula-se que toda mulher carrega cerca de 67 “elementos-chave” dentro de sua bolsa.

    Dada essa importância, não é à toa que tantas grifes surgiram a partir desse desmembramento da indústria da moda. E os italianos, um dos povos mais criativos, desenvolveram uma tradição. A Fendi é uma das marcas mais conhecidas e renomadas neste ramo tão singular.

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    fotos: divulgação
    O designer Karl Lagerfeld criou o logo do “FF” invertido estampado nas peças da marca italiana

    Grife

    Falar em Fendi é sinônimo de alta moda e história, com criações inovadoras e coleções que nunca deixam de surpreender, fabricando, acima de tudo, produtos de alta qualidade. Seu início se deu de maneira não muito diferente de outras tantas: como uma empresa familiar. Em 1918, Adele Casagrande, fundadora da marca, abriu um pequeno negócio de peles e artigos de couro, em Roma. Em 1925, casou-se com Edoardo Fendi e renomeou a loja com seu sobrenome.

    Com o tempo, o negócio começou a crescer, até que, em 1954, Edoardo faleceu e deixou a marca para sua mulher e cinco filhas. Cada uma delas fi- cou responsável por um setor específico da empresa, o que ajudou a Casa Fendi a melhorar e ganhar prestígio na alta costura.

    Algum tempo depois, a Fendi incoporou um nome de peso: o designer alemão conhecido como um dos estilistas mais influentes no mundo da moda do século XX, Karl Lagerfeld, que continua sendo o designer chefe da marca. Ele foi o responsável pela criação do logo “FF” invertido, que até hoje é o símbolo mundial.

    Foi ele que, junto com as donas da Fendi, implementou uma nova maneira de usar e tratar o couro. Criaram casacos mais leves, mais suaves e fáceis de serem usados, além de métodos de tingimento e cortes mais naturais.

    Pouco depois, os criadores descobriram que não conseguiriam encontrar uma linha de roupas que vestisse perfeitamente com seus casacos, e daí nasceu a linha “ready-to-wear”. Desta maneira, mais uma vez a Fendi estava à frente de seu tempo, produzindo peças de tecidos finos e de alta costura.

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    fotos: divulgação

    Bolsas

    Não demorou muito para que Lagerfeld pensasse em criar outra linha, dessa vez de acessórios, para acompanhar sua coleção de roupas. As bolsas foram a grande aposta e o tiro certeiro da marca, batizadas de “Baguette”, pela semelhança com o pão homônimo que os franceses costumam comer. Com esse estilo de bolsas, a marca ganhou notoriedade mundial.

    Como forma de comemoração dos 10 anos das bolsas que causaram fervor em 1998 e se tornaram o sonho de consumo de qualquer mulher, a Fendi mostrou por que é tão valorizada: renovou suas baguette criando bolsas customizáveis, algumas por grandes celebridades de Hollywood, como as atrizes Scarlett Johansson e Kim Catrall, a hairstylist Sally Hershberger (criadora do look de Meg Ryan), as designers Georgina Chapman e Keren Craig – da grife Marchesa, ícone em vestidos de alta costura –, e o figurinista Chris March, que já trabalhou com Madonna.

    Atualmente, existem mais de 100 lojas espalhadas no mundo, incluindo nos hotéis Bellagio e Wynn Macau, além de uma na emblemática Quinta Avenida, em Nova York. Embora estejam espalhadas pelo planeta, Fendi permanece com sua loja principal em Roma. Em 2007, a marca se mostrou uma das mais rentáveis do grupo que a controla, ao arrecadar 600 milhões de euros em vendas.

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