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Vinho - 03.Jun - Mercado promissor

Moët Hennessy produzirá espumante na China


Divulgação
Moët Hennessy produzira espumante no norte da China
Será estranho pensar que, em 50 anos, quando as pessoas pensarem em Domaines Baron de Rothschild e Moët Hennessy, elas pensarão em empresas chinesas? DBR, a primeira companhia de vinhos a se mudar para a China, com a Lafite, enraizou-se lá dois anos atrás.

Agora quem segue o exemplo é a Moët, que comprou 163 acres de terra em Ningxia, uma província ao norte cuja maioria da região é usada pra se plantar wolfberry. Mas com um clima parecido com o de Champagne e um rio, Ningxias pode ser em breve um centro espumante para a essa indústria nascente no país.

Moët enviará todo o seu conhecimento para esse novo projeto, tal como o méthode Champenoise - método pelo qual o vinho passa por uma segunda fermentação dentro da garrafa, criando as bolhas. O projeto Ningxia é o segundo na Ásia: os espumantes da Nashik Chandon produzidos na Índia serão lançados no ano que vem.

A China, como país emergente, tem mostrado interesse em outra área do comércio: o vinícola. O mercado chinês tem mostrado ótimas perspectivas para o mundo dos vinhos.

Agora sob o monopólio das bodegas francesas, outras, como as espanholas, vêm ganhando espaço nesse mercado que, apesar de primitivo, é crescente e merece ter para ele os olhos voltados. Diversas feiras de vinho estão ocorrendo no país, abrindo possibilidades tanto a importadores chineses como a exportadores estrangeiros.

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Redação
Publicado em 03/06/2011, às 05h51 - Atualizado em 27/07/2013, às 13h47


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