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Vinho - 05.Out - Novo Mundo

Nova classe de vinicultores emerge na África do Sul


Uma nova classe de vinicultores emerge na África do Sul. Os negros, dos quais muitos já trabalharam na terra, estão assumindo vinícolas em uma indústria que por séculos foi dominada pelos brancos.

Divulgação
Linha de vinhos M'Hudi

Há somente alguns negros que possuem vinícolas nessa indústria de 3 bilhões ade dólares o ano, mas espera-se que esse número cresça, à medida em que o governo tenta desemaranhar as políticas sob domínio colonial e o apartheid, que forçou negros a abandonar terras ou a serem escravizados nas fazendas.

A M'hudi Wines é uma das vinícolas cujo proprietário é um negro, e que recentemente entrou na indústria, oferecendo diversas opções de preço médio de tintos e brancos.

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"A indústria do vinho ainda é inexplorada pelo povo africano", disse Malmesy Rangaka, CEO e matriarca da M'hundi.

A marca é administrada pela família Rangaka, profissionais que optaram por sair dos empregos bem remunerados nas grandes cidades para desenvolver uma atividade, sobre a qual eles não sabiam nada até alguns anos atrás.

"A não ser que nós nos arrisquemos, um risco calculado, nós iremos reclamar para sempre de que a indústria não está se transformando. Pessoas como nós e outros que correram um risco têm de guiar o caminho".

M'hudi produz hoje mais de 7 mil caixas de vinho por ano, com um faturamento de quase 3 milhões de rands. O esperado é que a produção triplique em cinco anos.

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Redação
Publicado em 05/10/2011, às 09h21 - Atualizado em 27/07/2013, às 13h48


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