por Redação
A África do Sul se tornou o primeiro país a aprovar um processo de alta tecnologia, que usa radiações de energia "fraca" para purificar o vinho. Ainda é provável que o método consiga reduzir drasticamente a necessidade de adição de dióxido de enxofre (SO2).
| O método pode acabar com a utilização de elementos químicos antimicrobianos |
O processo, que já é usado na produção de sucos nas indústrias de laticínios, alega não ter efeitos residuais. Também é sabido que o método pode substituir a adição de SO2, que já foi a causa de algumas alergias nos consumidores.
Steve Miller, responsável pelo marketing do "Surepure" afirmou que companhias como a dele têm a oportunidade de mudar o mundo. No final do mês de agosto a FDA, agência controladora da saúde pública americana, havia exigido que qualquer vinho que tivesse concentração de SO2 superior a 10 ppm (partes por milhão) usasse um selo informativo.
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