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Vinho de uvas cabernet sauvignon pode reduzir risco de Alzheimer


Um novo estudo feito pela Escola de Medicina Mount Sinai mostra que o consumo moderado de vinho tinto de uvas cabernet sauvignon pode ajudar a reduzir a incidência do mal de Alzheimer. O estudo será publicado na edição de novembro do periódico científico The FASEB Journal, e os dados serão apresentados no encontro da Sociedade de Neurociência que ocorrerá em Atlanta (EUA), entre 14 e 18 de outubro.

No trabalho, cientistas diluíram vinho tinto de cabernet sauvignon na água dada a camundongos transgênicos durante sete meses. Segundo os pesquisadores Giulio Maria Pasinetti e Jun Wang, essa dieta reduziu significativamente a presença de uma doença semelhante ao Alzheimer nos ratos, e o resultado apóia as evidências que indicam que o consumo moderado de vinho, dentro da faixa sugerida pela FDA (órgão de governo americano que regulamenta o mercado de alimentos e remédios), de uma dose ao dia para mulheres e duas para homens, pode ajudar a reduzir o risco relativo de demência provocada pelo Alzheimer.

Fernando Roveri
Publicado em 20/09/2006, às 14h27 - Atualizado em 27/07/2013, às 13h44


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