por Redação
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De acordo com o jornal argentino Clarín, mesmo enquanto muitos mercados restringiram seus volumes, as vendas de vinho à 20 e 10 dólares continuam.
Atualmente, a vinícola exporta apenas 30% da sua produção, que no ano passado foi de 1,5 milhões de garrafas. Mas "a idéia é crescer até 10% nos mercados externos para compensar, em parte, uma semelhante queda nas vendas do mercado local ou nacional", disse o especialista.
Segundo Barzi, a Argentina vende seus vinhos com preços mais elevados do que os do Chile e, portanto, mantém-se competitiva.
Localizada em San Patricio Chamar, a vinícola Neuquén, que vende para mais de 20 países, pretende exportar 40% do volume produzido. "O mercado interno vai se manter, afirma Lucas Nemesio, um dos gerentes da produtora. O presidente da vinícola, Robert Schroeder, conclui:" Talvez o consumidor estrangeiro já não compre um vinho por 45 dólares em um restaurante, mas compra por 18 dólares em um supermercado para 18 dólares".
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