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“O vinho ajuda, o dia das cinzas e do esquecimento será só na quarta-feira” José Saramago, escritor português (1922) fotos: divulgação


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fotos: divulgação “Se o pão é o símbolo do que o homem precisa, por seu lado o vinho é o símbolo da superabundância da qual também temos necessidade. Ele é sinal da alegria, da transfiguração da criação. Tira-nos da tristeza e do cansaço do dia-a-dia e faz do estar juntos uma festa. Alegra os sentidos e a alma, solta a língua e abre o coração; e transpõe as barreiras que limitam a nossa existência” Papa Bento XVI (1927)

 

“Vinho, ensina-me a arte de ver a minha própria história” Jorge Luis Borges, escritor e poeta argentino (1899 - 1986)

 

“Pergunto ao paciente se ele bebe. Se ele responde que toma whisky, vodca ou cerveja, recomendo trocar a bebida por um copo de vinho no almoço e outro no jantar” Antonio Carlos Nascimento, endocrinologista, escritor e enófilo (1964)

 

“O vinho move a primavera, cresce como uma planta de alegria” Pablo Neruda, poeta chileno (1904 – 1973)

 

fotos: divulgação “Na Pérsia, todos os gatos são persas, os gatos e os tapetes. Eu pisava nos grandes tapetes do grande hotel, bebia o vinho dourado e ficava olhando a miniatura tão rica em minúcias do rótulo vermelho-ouro da garrafa” Lygia Fagundes Telles, escritora (1923)

 

“Se o vinho desaparecer da produção humana, creio que acontecerá não só para a saúde, como pra o intelecto, um vazio, uma ausência, uma defecção, muito mais terrível do que todos os excessos cuja responsabilidade lhe é atribuída” Charles Baudelaire, poeta francês (1821-1867) fotos: divulgação
Da redação

Publicado em 25 de Junho de 2007 às 08:39


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Artigo publicado nesta revista