Nível de probióticos do vinho é maior do que o de laticínios, segundo estudo da Espanha
por Redação

Cientistas descobriram uma bactéria probiótica saudável no vinho. A boa notícia animou os amantes da bebida. A má notícia é que o processo de adição de sulfitos ao vinho pode acabar com essas bactérias, o que significa que os produtores terão que isolar os probióticos antes de adicionarem os sulfitos ou que os apreciadores terão que se conformar em beber o vinho sem a adição destes componentes.
Pesquisadores espanhóis isolaram 11 bactérias diferentes do vinho, incluindo o Lactobacillus encontrado no iogurte e outros tipos usados no processo de fermentação das uvas. “Até agora o que se pensava era que os laticínios traziam a melhor parte dos probióticos e, por causa dessa certeza, o vinho não foi estudado nesse aspecto”, declarou Dolores Gonzáles, cientista da Universidade de Madrid. Entretanto, nos relatórios da pesquisa não foi esclarecido se os melhores probióticos são produzidos no vinho branco ou no vinho tinto.
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Os probióticos são organismos vivos essenciais para a manutenção do funcionamento do sistema digestivo no corpo humano, e, além disso, podem conter propriedades que previnem o câncer e abaixam o nível de colesterol no sangue. Em quantidades moderadas de consumo, o vinho não possui probióticos suficientes que façam a diferença no organismo. O que os pesquisadores sugerem com o estudo é que esses probióticos sejam extraídos da bebida e distribuídos separadamente.
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