Vinho a dois

Apaixonados pela bebida e cada vez mais interessados no assunto, o casal Gigi Monteiro e Carlos Alberto Moreira Lima Jr. compartilham cada gole de vinho, no almoço e no jantar.


divulgaçãoA atriz e apresentadora da TV Gazeta, Gigi Monteiro, acertou no presente dado ao seu namorado, o advogado Carlos Alberto Moreira Lima Jr., no último Natal: uma adega climatizada. Ainda mais para quem está acostumado a apreciar um bom vinho diariamente.

Enquanto Gigi, religiosamente, toma uns três dedinhos de vinho tinto, quase sempre um chileno, na hora do almoço, Carlos prefere a bebida na hora do jantar. "Não que eu não o acompanhe no jantar também", revela a atriz. Gigi era daquelas que não tomava vinho de jeito nenhum, mas um amigo lhe ensinou como apreciar a bebida. Daí em diante, ela se apaixonou e aprende cada vez mais sobre o assunto.

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A adega só veio agregar: "Tomar o vinho na temperatura ideal traz novos aromas. Descobrimos sabores diferentes", diz o advogado. Apesar de ser pequena, com capacidade para até 25 garrafas, a adega é altamente funcional na casa. "Somos bebedores de vinho e não colecionadores. Compramos para o consumo", diz ele. O que não pode faltar na adega para Carlos é um Bordeaux Rocbonnères (Côtes de Castillon) e para ela Vinho a dois divulgação um Château Castera (Médoc).

Já no quesito harmonização, Gigi gosta de apreciar os vinhos de sobremesa. A sugestão é um rocambole de laranja acompanhado com um Château Bouyot (Sauternes). A pedida de Carlos é um Chardonnay com peixe, ou uma carne vermelha com um encorpado Malbec.

Juntos há oito meses, o casal já teve a oportunidade de realizar algumas viagens, onde o enoturismo é praticamente indispensável. "Passamos dez dias na França, no final de 2005. Era de lei tomar vinho no almoço e no jantar", diz Gigi. Durante a passagem por um dos templos do vinho, degustaram preciosidades como um Don Pérignon 1998 e um Château Margaux 1995, garrafa magnum (1,5). Gigi tem o costume de guardar as garrafas, rótulos e rolhas dos vinhos que tomam. "É claro, que não consigo guardar todas as garrafas, mas pelo menos a rolha e o rótulo, trago comigo".

Outro destino foi a Itália, onde provaram um Moscato di Pantelleria, do qual se tornaram fãs. "É muito difícil encontrar um Moscato di Pantelleria aqui no Brasil. A Gigi tem desejos", diz Carlos.

Gabriela Pasqualin

Publicado em 10 de Fevereiro de 2006 às 08:53


Minha adega

Artigo publicado nesta revista