• APRENDER
  • CURIOSIDADES
  • PERFIL
  • SABOR
  • MERCADO
  • REVISTA
  • CLUBE
Assine
Facebook Revista ADEGAInstagram Revista ADEGA
  • APRENDER
  • CURIOSIDADES
  • PERFIL
  • SABOR
  • MERCADO
  • REVISTA
  • CLUBE
  • Taxa de rolha

    Por que a taxa de rolha é cobrada nos restaurantes?

    Entenda como funciona a taxa de rolha, por que ela existe e quando é aplicada pelos restaurantes

    por Arnaldo Grizzo

    Para enófilos e sommeliers, o preço cobrado pelos restaurantes para degustar sua própria garrafa é tema delicado

    A taxa de rolha é um tema recorrente — e controverso — entre consumidores, enófilos, sommeliers e restaurantes. Para alguns, trata-se de uma prática natural; para outros, um custo excessivo ou até questionável. O fato é que a cobrança pelo consumo de vinho trazido pelo próprio cliente tornou-se cada vez mais comum no Brasil, especialmente nos grandes centros.

    Clique aqui e assista aos vídeos da Revista ADEGA no YouTube

    Há alguns anos, perguntar sobre taxa de rolha ao fazer uma reserva podia gerar dúvidas até dentro do próprio restaurante. Hoje, mesmo em estabelecimentos mais simples, a resposta costuma ser imediata. A maioria dos restaurantes cobra a taxa, embora existam exceções.

    O valor médio da taxa de rolha em São Paulo varia, geralmente, de R$30 a R$150 por garrafa, dependendo do tipo e do nível de serviço do restaurante. Há também estabelecimentos que proíbem a entrada de bebidas externas, enquanto outros liberam o consumo sem qualquer cobrança.

    LEIA TAMBÉM: Como agir ao pedir vinhos em restaurantes?

    Mas por que a taxa de rolha existe? Os restaurantes costumam justificar a cobrança como uma forma de remunerar o serviço envolvido no consumo do vinho: taças adequadas, decanter, acessórios, reposição, além do trabalho do sommelier, quando há um profissional dedicado à função. Manter uma equipe qualificada tem custo — e isso se reflete na taxa.

    Outro fator é o equilíbrio da experiência gastronômica. A taxa também atua como um mecanismo para evitar que vinhos muito simples ou incompatíveis com a proposta da casa sejam levados apenas para reduzir o valor da conta final, preservando o padrão da carta.

    LEIA TAMBÉM: Por que o sommelier no restaurante saca a rolha e apresenta para o cliente?

    Segundo João Paulo Gentile, proprietário do restaurante Praça São Lourenço, em São Paulo, os casos de clientes levando vinhos inadequados tornaram-se raros. “Quem gosta de vinho geralmente traz uma garrafa interessante para compartilhar”, afirma. Embora cobre taxa de rolha, ele reconhece que a prática pode afastar clientes e acredita que a liberação sem custo pode aumentar o giro e a fidelização.

    Não por acaso, cresce o número de restaurantes que optam por não cobrar taxa de rolha, especialmente em capitais brasileiras. Muitos acabam atraindo um público fiel, interessado não apenas na comida, mas também na liberdade de escolher o vinho que deseja consumir.

    Levar seu próprio vinho a um restaurante, portanto, não deve ser motivo de constrangimento. O ideal é ligar antes, informar a intenção de levar a garrafa e alinhar previamente as condições. Em alguns casos, ao levar um vinho especial, o restaurante pode até abrir mão da cobrança, mesmo quando a taxa faz parte da política da casa.

    Regras básicas de etiqueta da taxa de rolha

    • Avise com antecedência que pretende levar vinho e confirme o valor da taxa de rolha.
    • Evite levar um rótulo que já esteja disponível na carta do restaurante.
    • Em casas sem cobrança de rolha, é elegante oferecer uma gorjeta pelo serviço do sommelier.
    • Se levar mais de uma garrafa, considere consumir ao menos um vinho da casa, como um espumante de entrada ou vinho de sobremesa.

    Gostou? Compartilhe

    Facebook Revista ADEGAInstagram Revista ADEGA

    palavras chave

    RolhaRestauranteTaxa de rolhaenófilossommeliers

    Notícias relacionadas

    Imagem Os melhores Vinhos Madeira produzidos e engarrafados pela vinícola Henriques & Henriques

    Os melhores Vinhos Madeira produzidos e engarrafados pela vinícola Henriques & Henriques

    Acredita-se que foi o próprio deus Baco quem criou a bebida, mas o vinho era tão venerado que sua origem tornou-se uma lenda

    A história do vinho Falerno e seu renascimento na Itália

    Ilustração

    Leilão do VDP terá Pinot Noir de 1926 entre raridades

    Ilustração

    Coleção de vinhos de escultor vai a leilão em Nova York

    Meghan Markle transforma paixão por vinho em marca própria

    Meghan Markle transforma paixão por vinho em marca própria

    Spray de cálcio pode proteger uvas da fumaça de incêndios

    Spray de cálcio pode proteger uvas da fumaça de incêndios

    Ilustração

    Gengibre pode substituir sulfitos no vinho?

    Sua Majestade é formalmente recebida no Vintners' Hall pelo Mestre Vinicultor Richard Wilson MBE DL VR e pelo ex-Prefeito de Londres, o Primeiro-Ministro Vereador Sir Andrew Parmley - Vintners’ Company

    Rainha Camilla reforça ligação histórica com o vinho

    Ilustração para queda nas vendas

    Gigante do vinho registra prejuízo e suspende dividendos

    Ilustração para mosca no vinhedo

    Mosca invasora preocupa vinhedos da Inglaterra

    Tour pela França

    Escolha sua assinatura

    Impressa
    1 ano

    Impressa
    2 anos

    Digital
    1 ano

    Digital
    2 anos

    +lidas

    Quanto custa ter o seu vinhedo e fazer o seu vinho?
    1

    Quanto custa ter o seu vinhedo e fazer o seu vinho?

    Acessórios com estilo
    2

    Acessórios com estilo

    Fotógrafo brasileiro registra o \u0022antes e depois\u0022 do vinho
    3

    Fotógrafo brasileiro registra o "antes e depois" do vinho

    Degustando por números:\u000D\u000Acomo avaliar vinhos
    4

    Degustando por números: como avaliar vinhos

    5 cursos gratuitos sobre vinhos
    5

    5 cursos gratuitos sobre vinhos

    Revista ADEGA
    Revista TÊNIS
    AERO Magazine
    Melhor Vinho

    Inner Editora Ltda. 2003 - 2022 | Fale Conosco | Tel: (11) 3876-8200

    Inner Group