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Ingleses descobrem vestígios de vinhedo romano

Sítio arqueológico de 1500 hectares se situa no sul da Inglaterra e pode provar que romanos introduziram a cultura da vinha no país


Uma equipe de arqueologia da University of Cambridge descobriu uma série de canteiros que podem ter servido para plantio de videiras durante o Império Romano. A descoberta se deu durante a exploração de uma área de 1.500 hectares no sul da Inglaterra que se acredita ter sido um assentamento romano.    

Uma equipe de arqueologia da University of Cambridge descobriu, este mês, uma série de canteiros que podem ter servido para plantio de videiras durante a era romana. A descoberta se deu durante a exploração de uma área de 1.500 ha no sul da Inglaterra que se acredita ter sido um assentamento romano. O local está sendo considerado como uma evidência de que os romanos introduziram o processo de vinificação no Reino Unido logo depois de realizarem a invasão nas terras inglesas em 43 D.C.  De acordo com o diretor-executivo da unidade de arqueologia da universidade, Chris Evans, tal teoria foi baseada em outras descobertas de possíveis locais de plantio de videira na era romana, como é o caso de um sítio encontrado em Northamptonshire há vários anos. No entanto, existe também a possibilidade de o solo ter sido utilizado para a plantação de espargos. “Aguardamos o resultado das pesquisas, pois elas podem nos dar respostas mais concretas”, afirmou Chris Evans. Evans acrescentou que o sítio também mostra evidências de irrigação, o que sugere que os romanos praticavam agricultura intensiva no local.

O local está sendo considerado como uma evidência de que os romanos introduziram o processo de vinificação no Reino Unido logo depois de realizarem a invasão nas terras inglesas em 43 d.C.

De acordo com o diretor-executivo da unidade de arqueologia da universidade, Chris Evans, tal teoria foi baseada em outras descobertas de possíveis locais de plantio de videira na era romana, como é o caso de um sítio encontrado em Northamptonshire anos atrás.

No entanto, existe também a possibilidade de o solo ter sido utilizado para a plantação de espargos. “Aguardamos o resultado das pesquisas, pois elas podem nos dar respostas mais concretas”, afirmou Evans, que acrescentou que o sítio também mostra evidências de irrigação, o que sugere que os romanos praticavam agricultura intensiva no local.

Redação
Publicado em 27/03/2014, às 08h08 - Atualizado em 03/12/2014, às 08h04


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