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    Provamos a nova safra da Casa Valduga

    ADEGA degustou com exclusividade safra do vinho ícone da tradicional vinícola

    por Christian Burgos

    Em recente viagem à Serra Gaúcha, fomos convidados a almoçar e degustar com Eduardo Valduga e Daniel Dalla Valle, enólogo do grupo Família Valduga. Conversamos muito sobre a colheita do ano, sobre o posicionamento do vinho brasileiro e Eduardo frisou que eles foram pioneiros em “abraçar a internacionalização”, lançando sua importadora (a Domno) e depois produzindo vinho em outros países. “Não condenar o importado, mas abraçar a oportunidade”, disse.

    Falamos também sobre a evolução como o estilo mais valorizado no mundo, com vinhos que prestigiam a fruta e o terroir, e como isso favorece o terroir brasileiro. Daniel apontou sabiamente que, “em outros momentos, o mundo do vinho parecia ir contra a natureza”.

    Também degustamos, e muito, inclusive o ícone Storia 2012, que este ano completa 10 anos de sua primeira safra. Este grande Merlot, que só é produzido em anos especiais, continua sendo um balizador do melhor que se pode produzir com a uva tinta da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos nas safras em que é lançado. Não à toa, tornou-se objeto de desejo entre enófilos, que querem ter a oportunidade de degustá- -lo, e colecionadores. Um dos poucos exemplares de vinhos brasileiros que encontram um mercado de segunda mão.

    [Colocar Alt]

    AD 92 pontos

    STORIA 2012

    Casa Valduga, Vale dos Vinhedos, Brasil (sob encomenda). A garrafa que degustamos ainda não havia sido rotulada. Além da guarda em barricas, o vinho já ficou três anos em afinamento em garrafa. Daniel Dalla Valle explica que ele não tem data para ir ao mercado, “degustamos a cada seis meses até dizer que está ok”. O que encontramos em garrafa comprova a safra 2012 como uma das melhores no Brasil. Excelente interação dos taninos presentes e as frutas aveludadas. Um vinho para amantes da margem direita de Bordeaux, evolui bastante no decanter e em taça, passando pela pimenta branca, tabaco, cassis, café, anis e canela. Menos exuberante e mais austero que o 2005, um reflexo do clima em 2012. Produziram 6.000 garrafas e, neste momento, apenas 3.200 serão vendidas. Com seis anos, tem a virtude de ser vendido num momento em que já está muito bom para ser consumido. CB

    AD 91 pontos

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    CASA VALDUGA GRAN LEOPOLDINA CHARDONNAY 2017

    Casa Valduga, Vale dos Vinhedos, Brasil (R$ 120). Historicamente se revela um dos melhores brancos brasileiros. Belíssimo nariz, primeiro pêssego e pera, depois evolui para ervas aromáticas, quase incenso. Por fim, abacaxi maduro, mas não em compota. Esta safra demonstra mais estrutura, que ajudou a equilibrar a madeira que se revela untuosa ao fim de boca com perfil a toffee. Mas seu aspecto mais encantador está na acidez e mineralidade, que o torna vibrante, confirmando a fruta e proporcionando elegância e frescor. CB

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    palavras chave

    DegustaçãoCasa ValdugaStoria

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