• APRENDER
  • CURIOSIDADES
  • PERFIL
  • SABOR
  • MERCADO
  • REVISTA
  • CLUBE
Assine
Facebook Revista ADEGAInstagram Revista ADEGA
  • APRENDER
  • CURIOSIDADES
  • PERFIL
  • SABOR
  • MERCADO
  • REVISTA
  • CLUBE
  • Irmãs

    Qual a diferença entre os métodos tradicional e Charmat nos espumantes?

    Entenda como os métodos tradicional e Charmat funcionam na produção de espumantes

    por Redação

    É comum vermos os termos “método tradicional” ou “método Charmat” nos rótulos dos espumantes. As diferenças entre eles têm grande importância, pois o modo de produção impacta nos vinhos de várias formas.

    O método tradicional recebe esse nome porque é a forma como os primeiros espumantes foram elaborados. Esse processo, muitas vezes denominado Champenoise, foi primeiramente criado na região de Champagne, na França, pelos monges cistercienses (a lenda diz que Dom Pérignon o inventou) e manteve-se praticamente inalterado até os nossos dias.

    Clique aqui e assista aos vídeos da Revista ADEGA no YouTube

    Por esse método, as borbulhas do vinho são criadas graças a uma segunda fermentação em garrafa. Ou seja, primeiro fermenta-se o mosto para que ele seja transformado em vinho. Depois, já com o vinho engarrafado, ocorre uma segunda fermentação. Nos primórdios, isso acontecia pois, com o frio, os açúcares do mosto não eram totalmente consumidos e as leveduras também não estavam todas mortas.

    Assim, quando a temperatura começava a subir, uma nova fermentação começava dentro da garrafa e formava-se o gás carbônico. Com o tempo, contudo, esse processo foi aprimorado e hoje açúcares e leveduras são acrescentados após a primeira fermentação.

    O método Charmat, por sua vez, é mais recente. Ele teria sido patenteado em 1895 pelo italiano Federico Martinotti (e, por isso, na Itália alguns chamam de método Martinotti), mas foi desenvolvido em 1907 e patenteado novamente em 1907 pelo francês Eugène Charmat. Assim como no método tradicional, as borbulhas do Charmat também se devem a uma segunda fermentação, contudo, dessa vez não em garrafa, mas em um grande tanque de inox, chamado de autoclave.

    LEIA TAMBÉM: Espumante com tampa de metal e turvo? Está certo isso?

    Esses tanques são especialmente desenvolvidos para suportar a pressão. Depois da primeira fermentação do mosto, para que fosse transformado em vinho, ele é colocado em tanques, acrescido de leveduras e açúcares e ali se processa uma nova fermentação, a qual libera gás carbônico.

    Diferenças

    Espumante

    Entre as principais diferenças dos dois métodos está o tempo de produção. No método tradicional, são necessários alguns meses para que todo o processo resulte em um espumante.

    Já no Charmat, esse período pode ser reduzido para dias. Com isso, obviamente, reduz-se bastante o custo, por isso os espumantes Charmat tendem a ser mais baratos. Quanto aos aromas e sabores, o tempo de contato com as leveduras também gera algumas diferenças.

    Nos espumantes de método tradicional, como o contato é mais intenso e prolongado, os aromas costumam ser mais pronunciados, com toques de fermento, e sabores também mais marcantes. O Charmat, por sua vez, tende a produzir espumantes mais leves, florais, cítricos etc. Ambos, porém, produzem ótimos exemplares para todos os gostos e bolsos.

    Gostou? Compartilhe

    Facebook Revista ADEGAInstagram Revista ADEGA

    palavras chave

    Método Charmatdiferenças espumantesprodução de espumantesmétodos de fermentação de espumantesmétodo tradicional espumante

    Notícias relacionadas

    casal bebendo vinho

    A participação do Brasil no mundo dos vinhos

    entrevista com Giampiero Bertolini

    Biondi-Santi: a família que ajudou a criar o Brunello

    Colheita de uvas no vinhedo

    Champagne lidera retorno econômico por hectare na Europa

    Linha de Engarrafamento de Vinhos

    Novas regras de embalagens afetam setor de vinhos na UE

    Naufrágio revela carga de vinho da Grécia Antiga

    Naufrágio revela carga de vinho da Grécia Antiga

    melhores em adega subterrânea

    Rede alemã cria canal de apoio para mulheres no setor do vinho

    adega iluminada

    Domaine Lafage assume cooperativa histórica de Banyuls

    Enoturismo

    Confira a programação do I Fórum de Enoturismo e Gastronomia das Américas

    Fürst Hohenlohe Oehringen

    Vinícola alemã suspende produção após 770 anos de história

    David Hirsch

    Morre David Hirsch, pioneiro da Pinot Noir na Califórnia

    Cabernet sem fronteiras

    Escolha sua assinatura

    Impressa
    1 ano

    Impressa
    2 anos

    Digital
    1 ano

    Digital
    2 anos

    +lidas

    Vinícola alemã suspende produção após 770 anos de história
    1

    Vinícola alemã suspende produção após 770 anos de história

    Biondi\u002DSanti: a família que ajudou a criar o Brunello
    2

    Biondi-Santi: a família que ajudou a criar o Brunello

    Champagne lidera retorno econômico por hectare na Europa
    3

    Champagne lidera retorno econômico por hectare na Europa

    Confira a programação do I Fórum de Enoturismo e Gastronomia das Américas
    4

    Confira a programação do I Fórum de Enoturismo e Gastronomia das Américas

    Consumo de vinho segue em queda na Alemanha em 2026
    5

    Consumo de vinho segue em queda na Alemanha em 2026

    Revista ADEGA
    Revista TÊNIS
    AERO Magazine
    Melhor Vinho

    Inner Editora Ltda. 2003 - 2022 | Fale Conosco | Tel: (11) 3876-8200

    Inner Group