Polícia fecha cerco sobre fraudadores que faziam imitações de Vega Sicilia e Pingus
por Redação
Recentemente, oficiais espanhóis anunciaram que quebraram um esquema de falsificação que operava há quatro anos, supostamente produzindo garrafas falsas de vinhos colecionáveis espanhóis, como Pingus e Vega Sicilia. Desde o início da investigação, em 18 de junho, os policiais prenderam quatro pessoas e estão investigando outras quatro. Os suspeitos enfrentam acusações que variam de lavagem de dinheiro a crimes contra a propriedade industrial e a saúde pública.
As suspeitas começaram quando Peter Sisseck, do Dominio de Pingus, recebeu reclamações de um cliente que havia comprado garrafas falsas em um leilão na Bélgica. O vinho havia
sido fornecido por pessoa ligada a um restaurante da Galícia. A investigação levou a um restaurante da cidade galega de La Coruña, Don Álex Multibart, onde foram encontradas
operações de falsificação. Outras células de fraude foram encontradas em Madrid e Marbella. As autoridades descobriram aproximadamente 1.800 rótulos falsos de Pingus e Vega Sicilia, equipamentos de informática usados para falsifi car rótulos e uma máquina
de puncionar para imprimir em rolhas. O dono do restaurante estava entre os quatro dos suspeitos presos.
O esquema envolveu a compra de vinho por cerca de US$ 20, ou vinhos menos badalados de até US$ 100, e depois rotulados como outros de maior prestígio vendidos entre US$ 1.600 e US$ 2.200. Por exemplo, vinhos Valbuena de Vega Sicilia foram renomeados como Unico. Os vinhos foram vendidos em leilões, para clientes particulares e para hotéis e restaurantes. O
esquema rendeu aos infratores cerca de US$ 1,7 milhão em lucros.
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