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  • Escola do vinho

    O que você precisa saber sobre a temperatura de serviço, para aproveitar melhor o vinho

    Às vezes não damos muita atenção, mas a temperatura pode ser crucial na boa apreciação de um vinho

    por Redação

    Devemos servir o vinho na temperatura certa, mas o que acontece se não fizermos isso?

    Aliás, a temperatura pode ser crucial também na boa conservação de um vinho. Ou seja, a questão da temperatura definitivamente não deve ser negligenciada. 

    Já descartamos há tempos o famoso “vinho tinto em temperatura ambiente”, principalmente em um país como o Brasil, cujas temperaturas podem ser muito acima do que é recomendado.

    Ninguém questiona o fato de ter de tomar espumantes gelados, uma vez que parece óbvio: quando quente até mesmo as borbulhas parecerão enjoativas.

    Por que devemos nos preocupar com brancos, rosés e tintos? 

    Cada estilo tem a sua temperatura para ser melhor apreciado

    Em alguns momentos, você pode pensar que o calor pode ser um aliado do vinho. Afinal, quanto mais quente, maior o desprendimento do álcool e, com ele, partículas aromáticas. Ou seja, o vinho ficaria mais fragrante.

    No entanto, há um limiar para isso. Em vinhos brancos ou tintos mais leves, por exemplo, os aromas podem se desprender muito rapidamente, evidenciando apenas o álcool. Em vinhos encorpados, você certamente os sentirá pesados, com as frutas demasiadamente compotadas, e enjoativos. 

    Deve-se então servir tudo gelado?

    Essa também não é a melhor alternativa. Qualquer vinho, branco ou tinto, quando muito frio, não vai mostrar suas qualidades. O desprendimento de aromas será mínimo e a acidez e os taninos (no caso dos tintos) serão exacerbados pelo frio, tornando a bebida extremamente dura e insossa, com aromas e sabores que chamamos de “mudos”, sem graça. 

    Servir gelado também não é uma boa alternativa

    Mesmo fora da temperatura ideal, é possível beber?

    Sim, assim como refrigerante quente. 

    Se é prazeroso já é outra história. Pode até parecer complicado, mas com um pouco de empirismo é fácil perceber o ponto de equilíbrio dos vinhos.

    Use uma tabela e parta sempre de uma temperatura um pouco mais baixa. Experimente. Deixe o vinho na taça por um tempo e prove novamente para ver se o aumento de temperatura beneficiou ou prejudicou.

    Assim que achar o ponto ideal, resfrie um pouco ou, se tiver, coloque uma manta térmica.

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