As questões climáticas estão impactando a Itália, que atualmente ocupa o posto de maior produtor mundial

por Redação
Em 2023, a França deverá produzir 44,5 milhões de hectolitros de vinho, ou seja, uma queda de 3% em relação a 2022, de acordo com a primeira nota da safra 2023 publicada pelos Serviços de Estatística e Previsão (SSP).
O suficiente para devolver à França o título de maior produtor mundial, perdido desde 2015 para a Itália. De acordo com os números mais recentes, a colheita italiana está atualmente estimada em 43 milhões de hl, com o míldio tornando 2023 "um dos piores anos da história dos vinhedos italianos em um século, junto com 1948, 2007 e 2017".de acordo com o sindicato agrícola Coldiretti.
Na Espanha, a colheita de vinhos e mostos pode ficar entre 36 e 36,5 milhões de hectolitros, segundo as cooperativas espanholas. Com base nas leituras de 1 de agosto, a nota do SSP avança com uma produção francesa entre 44 e 47 milhões de hl, sabendo que “estas estimativas são provisórias face à incerteza quanto às consequências dos ataques de míldio nas vinhas de Bordeaux e do Sud-Ouest" e que "em Languedoc e Roussillon há uma seca persistente" .
+lidas

A embalagem mais leve ajuda a preservar o meio-ambiente

Daniel Salvador é o novo presidente da Associação Brasileira de Enologia

Na véspera da colheita, tempestade de granizo atinge vinhedos na Espanha

Vinhos de Rioja serão os oficiais da Presidência espanhola na UE

Vinho mais antigo do mundo é descoberto na Espanha