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  • Amarone della Valpolicella

    Amarone discute reduzir grau alcoólico de seus vinhos

    Evento em Verona discute o futuro do Amarone, incluindo a redução de seu grau alcoólico

    Vinhedos da DO de Valpolicella, no norte da Itália, região de produção do tinto Amarone
    Vinhedos da DO de Valpolicella, no norte da Itália, região de produção do tinto Amarone

    por Silvia Mascella

    Aconteceu em Verona (Itália) no último final de semana (3 e 4 de fevereiro), no Pallazzo della Gran Guardia, o Amarone Opera Prima, um evento dedicado totalmente ao principal vinho da denominação de origem de Valpolicella, já em sua vigésima edição. A safra celebrana neste ano foi a de 2019, considerada uma safra perfeita.

    Durante o evento, com a presença de 70 vinícolas, foram abertas discussões importantes diante de resultados apresentados no balanço do UIV (Observatório di Unione Italiana Vini) que aponta uma redução de volume de exportacão em 2023 (-12%), ainda que os Amarones apresentem resultado positivo (17%) nos últimos 10 anos no exterior.

    LEIA TAMBÉM: Amarone della Valpolicella busca reconhecimento da Unesco

    O presidente do Consorzio vini della Valpolicella (organizador do evento), Christian Marchesini declarou em entrevista à agência italiana de notícias ANSA: "Devemos fazer uma Amarone mais contemporâneo, inclusive diminuindo o grau alcoólico, um fator ao qual o consumidor está prestando muita atenção".

    Ele acredita que é necessário que os vinhos fiquem mais frescos, mesmo que os produtores tenham que agir nos vinhedos, protegendo as uvas do sol forte, nestes tempos de mudanças climáticas, para que o vinho siga sendo relevante num mercado que se modificou.

    LEIA TAMBÉM: Conheça as uvas do vinho Amarone della Valpolicella

    A mudança de tratamento para um estilo de vinho tão consagrado e importante é também reforçada pelo vice-presidente do Consorzio, Andrea Lonardi, que declarou que a transformação não deve deixar de privilegiar o terroir já famoso. "É necessário uma mudança de estilo no vinho, que passe do volume ao valor, pois ainda temos espaço para crescer, mas talvez as uvas devam ser menos passificadas e possamos ter um vinho menos musculoso e com mais identidade do território", disse o vice-presidente.

    Por outro lado, os vinhedos da DO já avançam na sustentabilidade, atigindo 39% do território com certificação "verde", segundo o sistema nacional de produção integrada de qualidade. Segundo o relatório apresentado no Amarone Opera Prima, apenas dentre 2022 e 2023 a área certificada cresceu 20%. Para saber mais sobre os Amarones, leia os links acima e depois veja as avaliações dos melhores exemplares degustados por ADEGA logo abaixo.

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