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Autoridades incentivam produção de vinho em Molise, na Itália

Governo está pagando para pessoas se mudarem e começarem negócios na região


As autoridades de Molise, na Itália, pagarão aos recém-chegados 700 euros por mês por até três anos, como parte de um plano para aumentar o número da população local, segundo afirmou o presidente da região, Donato Toma.

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A oferta vale desde que a pessoa prometa iniciar um negócio e se mude para uma comunidade com menos de 2.000 habitantes. Das 136 cidades da região, há 106 vilarejos nessa situação e eles correm o risco de desaparecer caso a população não aumente. Molise é uma das regiões mais jovens da Itália, tornando-se independente depois de uma divisão de Abruzzo e foi oficialmente implementada em 1970.

“Quero que minha região passe por um renascimento e evite que suas autênticas aldeias se transformem em cidades fantasmas”, disse Antonio Tedeschi, conselheiro regional que teve a ideia. “Os recém-chegados são livres para iniciar o que quiserem a fim de obter nosso apoio financeiro: uma pequena pousada, restaurante, bar, uma pequena fazenda rural, butique de artesanato, biblioteca ou loja de excelências gourmet locais”, apontou.

Quem quiser se aventurar no campo da vitivinicultura também pode. Molise é uma das menores regiões produtoras de vinho do país, abrangendo quatro DOCs: Biferno, Pentro di Isernia, Molise del Molise e Tintilia del Molise – esta última só foi aprovada em 2011. As principais variedades de uvas incluem Montepulciano para tintos e Trebbiano para brancos.

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Da redação

Publicado em 16 de Novembro de 2019 às 16:00


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Artigo publicado nesta revista