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    Avaliação de Châteauneuf-du-Pape

    Degustamos sete rótulos do ícone francês Châteauneuf-du-Pape

    por Redação

    A produção anual é de cerca de 14 milhões de garrafas, sendo 95% de tintos

    ADEGA provou sete rótulos Châteauneuf-du-Pape encontrados no mercado brasileiro. Em linhas gerais, os vinhos mostraram-se consistentes, de ótimo padrão e de muita complexidade aromática. São potentes, concentrados e de taninos mais evidentes, mas também cheios de tensão e acidez refrescante. Podem ser bebidos jovens, porém têm todos os requisitos para envelhecer muito bem e premiar os mais pacientes, já que, com o tempo, tendem a se tornar mais elegantes, complexos e polidos. São vinhos grandes em todos os sentidos, que pedem a companhia de pratos mais densos para mostrar todo o seu potencial, de preferência que levem carnes vermelhas cozidas ou assadas lentamente. Lógico, com exceção do branco, que tem estrutura e corpo para acompanhar desde peixes mais gordurosos até carnes de porco ou de ave em molhos mais densos.

    Veja também:

    + Os vinhos do Vale do Rhône

    + Como decifrar rótulos franceses?

    + As riquezas do Châteauneuf-du-Pape

    Avaliação Châteauneuf-du-Pape

    AD 90 pontos 
    ABEL PINCHARD CHÂTEAUNEUF-DU-PAPE 2011
    Abel Pinchard, Rhône, França. Grenache, Mourvèdre, Syrah, Cinsault, Picpoul, Clairette, Bourboulenc, Terret, Counoise, Muscardin, Vaccarèse, Picardan e Roussanne, com estágio em carvalho. Ao primeiro momento, aparecem aromas de cerejas e ameixas seguidos por notas florais, depois mostra toques defumados, terrosos, de alcaçuz, de tabaco e de ervas secas. No palato, é suculento e estruturado, chamando a atenção pela gostosa acidez e os taninos de fina textura. Tem final persistente, com toques salinos. Álcool 14,5%. EM

    AD 93 pontos 
    CHÂTEAU DE LA GARDINE CHÂTEAUNEUF-DU-PAPE 2011
    Château de La Gardine, Rhône, França. 60% Grenache, 20% Mourvèdre, 15% Syrah e 5% Muscardin, com estágio entre nove e 14 meses em tonéis e barricas de carvalho usadas. Ameixas e cerejas são escoltadas por cativantes notas florais e de alcaçuz, além de toques terrosos, defumados e de tabaco. Surpreende pela elegância e finesse do conjunto, tudo num contexto de fruta untuosa, acidez vibrante e taninos finos e de ótima textura. Vai evoluir muitíssimo bem, apesar de já estar delicioso agora. Álcool 15%. EM

    AD 91 pontos 
    CHEMIN DES PAPES CHÂTEAUNEUF-DU-PAPE 2012
    Les Grands Chais de France, Rhône, França. Syrah, Grenache, Mourvèdre, Counoise, Picardan, Cinsault, Muscardin e Terret Noir, com estágio em carvalho francês durante alguns meses. Mostra pronunciados aromas de cerejas e framboesas escoltados por notas florais e especiadas, além de toques tostados, terrosos e de ervas secas. Ainda jovem na boca, é austero, estruturado, encorpado, tem gostosa acidez, taninos de boa textura e final quente e persistente, com toques de cereja ao licor. Álcool 15%. EM

    AD 92 pontos 
    FONT DE MICHELE CHÂTEAUNEUF-DU-PAPE BLANC 2011
    Domaine Font de Michele, Rhône, França. Grenache Blanc, Roussanne, Clairette e Bourboulenc, com fermentação parcial e estágio em carvalho francês. Untuoso e cheio, mostra pêssegos e damascos seguidos de notas florais, minerais e de frutos secos, que se confirmam na boca. Sua acidez deliciosa traz frescor e equilíbrio ao conjunto, tem final longo, com toques cítricos. Ainda está jovem e deve ficar ainda melhor nos próximos 10 anos. Álcool 13,5%. EM

    AD 92 pontos 
    LA BERNARDINE CHÂTEAUNEUF-DU-PAPE 2010
    M. Chapoutier, Rhône, França. Grenache e pequenas partes de Syrah e Mourvèdre, com estágio entre 12 e 15 meses em tonéis de carvalho e tanques de cimento. Cerejas e framboesas seguidas de notas florais, terrosas e de alcaçuz, depois aparecem toques de eucalipto e de especiarias picantes. Mais austero e um pouco fechado na boca, mostra tensão e toda sua juventude através dos taninos mais pronunciados, mas de ótima textura. Tem acidez refrescante e final persistente, com toques salinos e de cereja ao licor. Depois de um tempo na taça ganhou complexidade e finesse. Álcool 14,5%. EM

    AD 92 pontos 
    OGIER REINE JEANNE CHÂTEAUNEUF-DU-PAPE 2012
    Ogier, Rhône, França. Grenache, Syrah, Mourvèdre e Cinsault, com estágio de 12 meses em foudres de carvalho francês. Mais austero, os aromas de cerejas e groselhas estão envoltos por notas florais, minerais e defumadas, além de toques especiados, de ervas secas e de tabaco. Concentrado e potente, esbanja fruta madura, mas bem equilibrada por acidez refrescante e taninos de ótima textura. Ainda bem jovem, tem final longo, com toques minerais e de cerejas ao licor. Álcool 15%. EM

    AD 93 pontos 
    SAINT COSME CHÂTEAUNEUF-DU-PAPE 2011
    Château du Saint Cosme, Rhône, França. 50% Grenache, 25% Syrah, 18% Mourvèdre, 5% Cinsault e 2% Clairette, com estágio de 24 meses em barris de carvalho. Aqui a madeira tem papel importante, ornando os aromas de cerejas e ameixas e aportando notas tostadas, especiadas e de café. Depois aparecem toques defumados e de ervas secas. Concentrado e estruturado, tem acidez refrescante, taninos de ótima textura e final longo e cheio, com toques de groselha. Está muito jovem e deve melhorar muito nos próximos 10 anos. Álcool 14%. EM

    + Outros vinhos de Châteauneuf-du-Pape avaliados pela ADEGA

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    palavras chave

    DegustaçãoChâteauneuf-du-PapeVale do Rhônevinhos franceses

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