Charcuterie

Vinhos para harmonizar com frios

A ADEGA preparou uma lista com sugestões de bons rótulos para beber com charcuterie


A ADEGA preparou uma lista com vinhos que fazem as melhores combinações com as delícias da charcuterie. 

AD 92 pontos

Aloxe-Corton Vieilles Vignes 2009

Domaine Edmond Cornu, Borgonha, França. Para os amantes do estilo delicado e fácil de beber, eis um ótimo exemplar. Seu perfume remete aos morangos mais frescos da plantação. Seus taninos são finíssimos, discretos e elegantes. A elevada acidez garante toda a vivacidade deste vinho e cumpre de forma irretocável a proposta de relaxar e acompanhar uma refeição. VS

AD 90 pontos

Aquarelle Sancerre Blanc 2008

Domaine Pascal Jolivet, Loire, França. Sauvignon Blanc das vilas de Bué, Verdigny e St. Gemme, na denominação de Sancerre, sem passagem por madeira. Aromas limpos e delicados de frutas brancas maduras, notas florais, herbáceas e minerais. No palato, é frutado, estruturado, equilibrado, tem bom volume de boca, ótima acidez e final persistente, confirmando a mineralidade presente no nariz. Firme e elegante. EM

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AD 92 pontos

Bodegas Tradición Amontillado 30 Years Old

Bodegas Tradición, Jerez, Espanha. Branco fortificado seco de uvas Palomino Fino, com envelhecimento certificado de no mínimo 30 anos. Apresenta linda cor âmbar de reflexos acobreados e aromas complexos de frutos secos, características notas oxidativas, minerais, florais, além de toques defumados e de baunilha. Em boca, é exuberante, estruturado, equilibrado, tem acidez viva e final muito longo e sofisticado, confirmando o nariz. Jerez de estirpe, merece ser provado. EM

AD 88 pontos

Cavicchioli Lambrusco Amabile

Cavicchioli U & Figli, Emilia-Romagna, Itália. Tinto frisante meio seco. Mostra frutas vermelhas maduras, além de toques florais e herbáceos. No palato, confirma esse estilo de fruta, apresentando muito bom equilíbrio entre acidez e doçura, o que o torna refrescante e opção perfeita para acompanhar embutidos em geral. EM

AD 91 pontos

Gramona Imperial Brut Gran Reserva

Bodegas Gramona, Penedès, Espanha. Cava de 50% Xarel-lo, 40% Macabeo e 10% Chardonnay, com autólise de 3/4 anos. Aromas pronunciados remetendo a frutas brancas maduras, notas florais, tostadas e de especiarias, além de toques de nozes, de amêndoas e de pão. No palato, é frutado, delicado, untuoso, cheio, elegante e muito equilibrado. Ótima acidez. EM

AD 90 pontos

Icardi Barbera d’Asti Tabaren 2011

Icardi, Piemonte, Itália. Seus aromas são distintos, com notas de cerejas, tomates e um certo toque medicinal. Em boca, apresenta ótima acidez, equilíbrio e taninos muito leves, delicados. Um vinho no melhor estilo Velho Mundo, bastante gastronômico. VS

AD 93 pontos

KÜNSTLER RIESLIN G “ERSTES GEWÄCHS” HOCHHEI MER KIRCHENSTÜCK 2009

Künstler, Rheingau, Alemanha. Riesling de uma parcela especial do vinhedo Kirchenstück. Austero tanto no nariz quanto na boca, esbanjando notas minerais e de frutas brancas, como maçãs. Mas, é na boca que merece atenção. Frutado, estruturado, profundo, complexo, com ótima textura, acidez vibrante e longo final, com notas de mel e de frutas cítricas. EM

AD 89 pontos

Louis Bernard Côtes du Rhône Villa ges 2011

Louis Bernard, Rhône, França. Um corte de Grenache, Syrah e Mourvèdre compõe este belo exemplar de Côtes du Rhône Villages. Apresenta aromas mentolados e de frutas vermelhas e negras, tais como ameixas e cassis, com toques de especiarias. Macio e redondo em boca, com estrutura e corpo medianos. Vinho bastante elegante, com taninos bem formados e ótima acidez. VS

AD 89 pontos

Lucchine Val policella Clássico 2011

Tedeschi, Vêneto, Itália. 25% Corvina, 25% Corvinone, 30% Rondinella, 10% Molinara e 10% entre Rossignola, Negrara e Dindarella, sem passagem por madeira. Um ótimo exemplo de Valpolicella, cheio de tipicidade e muito gostoso de beber. Exibe frutas negras maduras frescas, lembrando cerejas, com notas especiadas, defumadas, florais e herbáceas. Em boca, é frutado, estruturado, com ótima acidez e boa textura. EM

AD 90 pontos

Madonna Di Como Dolcetto D’Alba 2010

Pietro Rinaldi, Piemonte, Itália. Dolcetto, sem passagem por madeira. Aromas de frutas vermelhas frescas envoltos por notas florais e herbáceas. Tem fruta de ótima qualidade, taninos maduros, acidez refrescante e final suculento, que pede mais um gole. Gastronômico. EM

Da redação

Publicado em 19 de Junho de 2019 às 13:00


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Artigo publicado nesta revista

1863

Revista ADEGA 108 · Outubro/2014 · 1863

Quando uma prova de vinhos se torna uma viagem no tempo