• APRENDER
  • CURIOSIDADES
  • PERFIL
  • SABOR
  • MERCADO
  • REVISTA
  • CLUBE
Assine
Facebook Revista ADEGAInstagram Revista ADEGA
  • APRENDER
  • CURIOSIDADES
  • PERFIL
  • SABOR
  • MERCADO
  • REVISTA
  • CLUBE
  • DOC

    Denominação de Origem Controlada, para que serve?

    Conheça as regras da Denominação de Origem Controlada e entenda se é uma garantia de qualidade ou apenas um parâmetro

    Descubra como a denominação de origem controlada (doc) define a qualidade e a procedência dos vinhos
    Descubra como a denominação de origem controlada (doc) define a qualidade e a procedência dos vinhos

    por Redação

    Quando um vinho apresenta um selo de uma Denominação de Origem Controlada, ou DOC, significa que ele foi produzido em uma determinada região sob algumas regras específicas.

    Um vinho tinto DOC Vale dos Vinhedos, por exemplo, a única denominação de origem brasileira, significa que ele foi produzido com uvas e por uma vinícola na área delimitada que corresponde ao Vale dos Vinhedos e, pelas regras, ele também deve ter como variedade predominante a Merlot.

    LEIA TAMBÉM: Conheça o canal da Revista ADEGA no YouTube

    As denominações de origem, portanto, servem como parâmetro para o consumidor, para que ele possa reconhecer o que está adquirindo. E isso não é de hoje. Desde a antiguidade já se sabia da importância de verificar a procedência de um vinho. E quando um vinho de determinada região ganhava fama, as autoridades e produtores costumavam rotular com seu nome e colocar alguns parâmetros de produção.

    As primeiras tentativas de denominações de origem de vinho são de Chianti e do Vinho do Porto. Em 1716, Cosimo III, duque da Toscana, publicou o célebre “Bando”, em que delimitava as regiões produtoras de vinho de Chianti. Quarenta anos mais tarde, foi a vez do Marquês de Pombal, em Portugal, demarcar as terras do Douro próprias para a produção do Vinho do Porto.

    LEIA TAMBÉM: Como decifrar rótulos de vinhos franceses?

    DOC
    Além da sigla DOC você provavelmente já deve ter visto outras como:
    AOC: abreviação de Appellation d'Origine Contrôlée;
    AVA: abreviação de American Viticultural Area, que seria a DOC dos Estados Unidos;
    DOCG: abreviação de Denominazione di Origine Controllata Garantita, que seriam um passo além das DOC segundo a legislação da Itália;
    IG ou IP: que significam respectivamente Indicação Geográfica e Indicação de Procedência, ambas etapas anteriores à DOC, que geralmente possui regras mais rígidas

    No entanto, a primeira denominação de origem teria sido francesa, a Appellation d'Origine Contrôlée de Roquefort. Isso mesmo, do tradicional queijo azul. Ou seja, as denominações não se resumem a vinho, mas estão em diversos produtos alimentícios.

    As primeiras DOCs formais surgiram mesmo no século XX, com a preocupação de proteger o nome e a reputação de certos locais, como Champagne, por exemplo. A partir daí (e de uma série de acordos comerciais entre países), um espumante produzido fora dessa região francesa não pode ser chamado de Champagne. 

    Enfim, quando um rótulo apresenta uma Denominação de Origem Controlada, esse vinho veio de um local específico que possui suas próprias regras. Significa que ele é melhor do que os que não pertencem a uma DOC? Não. As DOCs servem de parâmetro e tendem a ter bons controles de qualidade, mas não são garantias.

    Gostou? Compartilhe

    Facebook Revista ADEGAInstagram Revista ADEGA

    palavras chave

    VinhoVale dos VinhedosDOCVinhosDenominação de Origem Controlada

    Notícias relacionadas

    Frascati O Vinho que Atravessou a História de Roma

    Frascati: o vinho que atravessou impérios e papados

    Uvas

    10 uvas pouco conhecidas que merecem mais atenção

    Caixa Rústica de Château Margaux

    O que são os segundos vinhos de Bordeaux e como funcionam

    A cinzenta Pinot Grigio ou Gris

    Fatos e curiosidades sobre a Pinot Cinza

    vinho

    Como são feitos os vinhos sem álcool?

    Enólogo utiliza equipamento que mede a quantidade de açúcar no grão da uva

    O que faz um enólogo

    Brinde Elegante com Espumante e Uvas

    Qual é a diferença entre frisante e espumante?

    Vinho branco em paisagem vinícola

    Grosses Gewächs: o que torna esses vinhos tão especiais?

    Vale do Loire

    Vale do Loire, um guia rápido sobre a região

    Vale do Uco

    O terroir nasce da natureza ou é construído pelo homem?

    11 imperiais de Bordeaux

    Escolha sua assinatura

    Impressa
    1 ano

    Impressa
    2 anos

    Digital
    1 ano

    Digital
    2 anos

    +lidas

    Frascati: o vinho que atravessou impérios e papados
    1

    Frascati: o vinho que atravessou impérios e papados

    Raro vinho da Borgonha de 1945 pode valer 20 mil euros
    2

    Raro vinho da Borgonha de 1945 pode valer 20 mil euros

    Painéis solares podem melhorar produção de uvas na Itália
    3

    Painéis solares podem melhorar produção de uvas na Itália

    OIV aprova 16 mudanças que podem afetar o mundo do vinho
    4

    OIV aprova 16 mudanças que podem afetar o mundo do vinho

    Vinho brasileiro enfrenta sete países em prova às cegas
    5

    Vinho brasileiro enfrenta sete países em prova às cegas

    Revista ADEGA
    Revista TÊNIS
    AERO Magazine
    Melhor Vinho

    Inner Editora Ltda. 2003 - 2022 | Fale Conosco | Tel: (11) 3876-8200

    Inner Group