• APRENDER
  • CURIOSIDADES
  • PERFIL
  • SABOR
  • MERCADO
  • REVISTA
  • CLUBE
Assine
Facebook Revista ADEGAInstagram Revista ADEGA
  • APRENDER
  • CURIOSIDADES
  • PERFIL
  • SABOR
  • MERCADO
  • REVISTA
  • CLUBE
  • Novas tecnologias

    Língua eletrônica detecta defeitos em vinhos em tempo recorde

    Estudo da Universidade de Washington revelou que a língua eletrônica é mais rápida para detectar defeitos do que a língua humana

    Imagem Língua eletrônica detecta defeitos em vinhos em tempo recorde

    por Sílvia Mascella

    Há muito tempo a ciência vem desenvolvendo maneiras de analisar alimentos e bebidas tanto para avaliar sua qualidade quanto para detectar defeitos e problemas que podem afetar a saúde dos consumidores. Quase todos eles são baseados em análises químicas e, muitas vezes, são acompanhados de análises sensoriais feitas por um grupo de degustadores.

    A chamada “língua eletrônica” (e-tongue) não é uma novidade entre pesquisadores e a indústria alimentícia neste século. No entanto, com a evolução da inteligência artificial e a possibilidade de programar as máquinas com uma enorme variedade de dados, a avaliação sensorial está evoluindo muito e está alcançando o mundo do vinho, para melhor.

    LEIA TAMBÉM: Lançamentos da Mouton Rothschild fazem homenagem à nova geração

    É o que revela um estudo publicado no Journal of Food and Science no último mês de abril. Uma pesquisa da WSU (Universidade Estadual de Washington) mostrou que a e-tongue foi capaz de detectar sinais de contaminação por microorganismos apenas uma semana depois dela ocorrer em vinhos brancos. Para os pesquisadores e degustadores humanos, essa contaminação só foi detectada um mês depois.

    Nos laboratórios das vinícolas as análises químicas são parte do cotidiano e são montadas muitas placas de petri para avaliar se há o crescimento de micróbios. Mas esse processo costuma levar um mês dentro das condições normais de um laboratório. O robô com a língua eletrônica fez essa análise muito antes.

    LEIA TAMBÉM: Donos de vinícolas estão entre os mais ricos do mundo

    O estudo foi feito com quatro garrafas diferentes de vinho Riesling, que continham substâncias que contaminam o vinho, causando defeitos no aroma. Foram chamados 13 degustadores experientes em análise sensorial, mas a máquina foi mais rápida que todos eles. Segundo o estudo, a eficácia da língua eletrônica deverá complementar a degustação e os testes em laboratório, e não substituí-los.

    A autora do estudo e professora de ciência alimentar, Dra. Carolyn Ross, programou a capacidade de análises da máquina especialmente para os enólogos, permitindo que eles obtenham uma digital única de cada vinho e que tenham informações úteis durante o processo de vinificação. “A língua eletrônica dá uma informação geral e precisa e será útil para entender a qualidade dos vinhos”, disse a pesquisadora.

    Gostou? Compartilhe

    Facebook Revista ADEGAInstagram Revista ADEGA

    palavras chave

    VinhoPesquisaAnáliseTecnologiaDefeitoslíngua eletrônicae-tongue

    Notícias relacionadas

    Benjamín Romeo

    Morre Benjamín Romeo, nome histórico do vinho de Rioja

    Quais aromas mais comuns no vinho? Framboesa, banana, baunilha e caramelo

    Descubra as origens de determinados aromas comuns ao vinho

    Exploração de Naufrágio Submerso

    Naufrágio no Báltico pode ter Champagne destinado a czar

    Casa Perini Vino Run

    Corrida entre vinhedos movimenta enoturismo na Serra Gaúcha

    Paisagem do Douro

    Douro vai além do vinho do Porto com grandes tintos

    mercado de vinhos

    Confira os dados do primeiro semestre do mercado brasileiro de vinhos e espumantes

    I Fórum de Enoturismo e Gastronomia das Américas

    Fórum debate integração do enoturismo nas Américas

    Vinhedo com Raízes e Aldeia ao Longe

    Itália avalia financiar retirada de vinhedos

    Uvas Multicoloridas ao Sol no Vinhedo

    Catalunha reduz teor alcoólico mínimo de vinhos em 2026

    Gustavo Lopes, Gustavo Feliciano e Heitor Kadri

    Fórum de Enoturismo e Gastronomia das Américas abre agenda com jantar em São Paulo

    Cabernet sem fronteiras

    Escolha sua assinatura

    Impressa
    1 ano

    Impressa
    2 anos

    Digital
    1 ano

    Digital
    2 anos

    +lidas

    Morre Benjamín Romeo, nome histórico do vinho de Rioja
    1

    Morre Benjamín Romeo, nome histórico do vinho de Rioja

    Corrida entre vinhedos movimenta enoturismo na Serra Gaúcha
    2

    Corrida entre vinhedos movimenta enoturismo na Serra Gaúcha

    Douro vai além do vinho do Porto com grandes tintos
    3

    Douro vai além do vinho do Porto com grandes tintos

    Conheça os tipos de recipientes de fermentação do vinho
    4

    Conheça os tipos de recipientes de fermentação do vinho

    Confira os dados do primeiro semestre do mercado brasileiro de vinhos e espumantes
    5

    Confira os dados do primeiro semestre do mercado brasileiro de vinhos e espumantes

    Revista ADEGA
    Revista TÊNIS
    AERO Magazine
    Melhor Vinho

    Inner Editora Ltda. 2003 - 2022 | Fale Conosco | Tel: (11) 3876-8200

    Inner Group