Revista ADEGA

No vizinho

Enoturismo em Mendoza: as melhores dicas

Essa região da Argentina tem mais de 1200 vinícolas, 200 abertas à visitação

por Vanessa Sobral em 1 de Julho de 2016 às 11:00

A luz da manhã reflete no chão e nas folhas das videiras, convidando a um passeio que será finalizado com um lauto almoço – uma parillada deliciosa, no melhor estilo argentino, acompanhada por goles de um vinho suculento. A tarde preguiçosa abre espaço para um breve cochilo e visitas às adegas de alguns dos produtores mais célebres da Argentina. No cair da noite, diversos restaurantes de nível internacional abrem suas portas e recebem com menus inusitados e apetitosos, aliando o melhor da culinária e dos vinhos locais com sabores do mundo.

Mendoza tem ampla oferta de hotéis de alto padrão, como por exemplo o Park Hyatt, bem no centro da cidade

Poucos destinos enoturísticos internacionais são capazes de aliar vantagens como facilidade de acesso, boa infraestrutura e clima ensolarado a maior parte do ano. Mendoza é certamente um deles, especialmente para os brasileiros. São poucas horas de voo – com uma escala em Santiago ou em Buenos Aires facilmente chega-se à “Terra do Sol e do Bom Vinho”, localizada no centro-oeste argentino. O acesso via Chile ainda oferece uma magnífica vista de cima da Cordilheira dos Andes. Mas caso essa não tenha sido a sua opção, não se preocupe: as imponentes montanhas de picos nevados estarão ao alcance de sua vista onde quer que você esteja em Mendoza.

Dessa forma, um feriado prolongado, em qualquer época do ano, já é tempo suficiente para uma visita à região mendocina. Se for no inverno, a viagem ainda pode se estender para um dos centros de esqui próximos, como Las Leñas ou Penitentes, por exemplo.

Da cidade ao campo

Em Mendoza, as possibilidades de hospedagem são inúmeras. A cidade tem hotéis para todos os gostos, desde o famoso e central Park Hyatt, em frente à Plaza Independencia, até o reputado Diplomatic, não muito longe dali, na avenida Belgrano, e outros tantos nos arredores das quatro praças que cercam a central (a saber: San Martín, España, Italia e Chile). Quem quiser um quarto mais amplo e equipado, que caiba a família e ainda tenha cozinha para poder preparar suas próprias refeições, pode optar por apart hotéis, como o El Portal Suites (uma opção do tipo BBB, que utilizamos quando ficamos vários dias durante as degustações de Descorchados, por exemplo, e onde nos sentimos quase em casa) ou o San Lorenzo, por exemplo.

Se, por outro lado, quiser um contato mais íntimo com os parreirais, pode optar por uma das bucólicas pousadas de Chacra de Corias, ou então alojar-se em uma vinícola, que também vai oferecer atividades de vitivinicultura para os hóspedes, como é o caso da Terrazas de los Andes, por exemplo. A região central da capital Mendoza, contudo, é a escolha mais acertada para quem quer ir e vir dos seus passeios e ainda aproveitar o melhor da cidade.

As vinícolas, ou bodegas, como são chamadas por lá, sem dúvida, são a principal atração do destino. Mendoza possui hoje cerca de 1.200 delas. Em torno de 200 estão abertas à visitação e o agendamento prévio é quase obrigatório para todas (algumas aceitam reservas até com um dia de antecedência, mas o melhor é avisar com uma semana de prazo). Além disso, no entorno da cidade também existem parques, museus e atividades ecológicas para quem não deseja passar 100% do tempo se dedicando ao vinho.

Porém, essa é a região que concentra alguns dos melhores vinhos argentinos e, para acompanhá-los, nada melhor do que os saborosos pratos tradicionais, como a parrilla, as empanadas ou as tortillas, facilmente encontradas na ampla oferta de restaurantes.

Para se locomover na província, pode-se alugar um carro – é bom lembrar, contudo, que lá também há blitz policiais para flagrar motoristas alcoolizados – ou contratar um táxi com motorista que ficará à sua disposição pelo tempo que for combinado. A vantagem desse serviço é que você não precisa se preocupar com o caminho e fica mais à vontade para desfrutar dos inúmeros e belos vinhos à sua disposição.

O melhor programa em Mendoza é visitar as vinícolas. A região possui cerca de 1.200 delas. Em torno de 200 estão abertas à visitação

Dicas de roteiros em Mendoza

Para que você aproveite o melhor que essa região pode oferecer, ADEGA montou uma sugestão de roteiro com dicas de vinícolas, passeios e restaurantes para se deliciar. Para começar, o ideal é dividir as suas visitas às vinícolas por área: Maipú, Luján de Cuyo – mais próximos de Mendoza – e Vale de Uco – mais distante, cujo passeio vai tomar o dia todo. Em um mesmo dia, agende vinícolas (duas ou três, no máximo) dentro dessas regiões para facilitar, encurtar as viagens e aproveitar mais.


No Pan y Oliva, da Família Zuccardi, você pode elaborar o próprio azeite

1º dia

Descubra as vinícolas do Maipú

O departamento de Maipú faz parte da província de Mendoza e está a apenas 16 quilômetros da capital, seguindo pelo Acesso Este. Uma boa ideia para começar o passeio é a Bodega La Rural (Rutini), uma das mais antigas de Mendoza, onde o principal atrativo é o Museo del Vino, cuja coleção reúne 4.500 peças originais, incluindo lagares e prensas do período colonial.


Aproveite a parrillada do restaurante da Zuccardi

Bela arquitetura das Bodegas López

Após inteirar-se de um pouco da história do vinho argentino, siga para uma visita especial em uma pioneira no turismo vitivinícola: a Família Zuccardi. A Casa do Visitante oferece a possibilidade de conhecer os vinhedos em carros antigos e bicicletas; além é claro, da visita tradicional às salas de tanques e de barris, com degustação de vinhos ao final. Após tantas atividades, você estará com o apetite aberto para então fartar-se da suculenta parrilla servida com vegetais também grelhados, no restaurante da bodega, em meio a um lindo jardim. Mas antes, não deixe de provar os pãezinhos caseiros embebidos nos três azeites varietais, produzidos pela Zuccardi – aliás, entre os passeios oferecidos, pode-se fazer uma colheita de azeitonas e elaborar seu próprio azeite. Se preferir algo mais frugal, tente outro restaurante da propriedade, o Pan y Oliva, em frente ao moinho de extração de azeite, que serve massas, saladas e afins, tudo para combinar com os óleos de oliva.

Edifício histórico da Trapiche
Edifício histórico da Trapiche

Um detalhe importante sobre a Zuccardi: é uma das poucas vinícolas que abrem para visitação aos domingos. Então, se está procurando um programa para o almoço dominical, aqui está.

Alta gastronomia e grandes vinhos no restaurante de Francis Mallmann

Além dessas, outras boas opções de visitas em Maipú incluem as Bodegas López, que tem um minimuseu e um reputado restaurante, e também a Trapiche (outra que abre aos domingos) com seu magnífico edifício construído em 1912 e totalmente restaurado ao lado da estação de trem. Mais uma que certamente vale ser incluída no roteiro é a Trivento, do grupo Concha y Toro, que logo leva o visitante para um belvedere encantador – de onde é possível avistar parte de seus vinhedos com vista para os Andes ao lado de uma represa – para depois seguir para os edifícios suntuosos.

De volta à Mendoza, aproveite o final da tarde para caminhar pelo centro da cidade, observando a arquitetura e as árvores que, admiravelmente, florescem em uma região tão árida. Isso só é possível devido às acequias, espécie de canais originalmente desenvolvidos pelos incas e que hoje beiram as calçadas da cidade, trazendo água do degelo dos Andes para irrigar toda a vegetação.

Para jantar, que tal conhecer a requintada gastronomia do 1884, de Francis Mallmann? Localizado dentro da Bodega Escorihuela, o restaurante oferece pratos da alta gastronomia andina assim como uma vasta carta de vinhos para harmonizar.

Espaço de arte dentro da Trivento
Espaço de arte dentro da Trivento


O belíssimo edifício de inspiração maia, da Catena Zapata, merece a visita

2º dia

Siga a rota de Luján de Cuyo

Nesta região estão concentradas a maioria das vinícolas. Devido à proximidade entre elas, é possível visitar mais de duas em um mesmo dia. Tudo dependerá da disposição e do ritmo dos viajantes.

A Catena Zapata merece uma visita, não apenas devido à sua bela arquitetura inspirada nas pirâmides maias, mas também por suas modernas instalações e principalmente pelo importante posicionamento vanguardista firmado nos últimos anos. Nessa visitação, você terá uma verdadeira aula de microclimas e terroir, e sentir-se-á pequeno diante da imensidão estonteante de vinhedos avistados do alto da pirâmide, com vistas para os Andes.

A Norton é outra bodega imperdível. Michael Halstrick, filho de Gernot Langes-Swarovski, do grupo Swarovski, é quem está à frente dessa vinícola, que alia tradição e vanguarda. O volume de produção de vinhos – comprovado a partir da grande quantidade de tanques de aço, de concreto e barricas, e uma parte para vinhos de experimentação em pequenas quantidades – impressiona. A vinícola também oferece diversas atividades junto aos vinhedos e uma recreação em que os turistas podem criar o seu próprio blend, mesclando os varietais, como se fosse enólogo por um dia. O restaurante La Vid, dentro da bodega, é uma excelente opção para o almoço, com ótimos cortes de carne e sobremesas para se deliciar.


Vista interna da Catena Zapata

La Vid, restaurante da Norton, é uma excelente opção para o almoço

A entrada da Norton
A entrada da Norton


A tradicional Nieto Senetiner oferece uma visita bastante intimista e possui uma sacada com vista maravilhosa

Ousaia de Crear, da Dominio del Plata, oferece comidinhas rápidas e saborosas


Uma visita bastante intimista lhe aguarda também na Nieto Senetiner. As instalações – que se baseiam em um casarão do século XIX – são repletas de detalhes e delicadezas. O restaurante tem um menu simples, porém extremamente bem elaborado, perfeito para acompanhar os vinhos da casa, cuja sacada oferece uma ampla visão do entorno.

Outras opções interessantes de visitas em Luján de Cuyo são a Luigi Bosca e a Dominio del Plata, com instalações portentosas e bom restaurante. O Deli & Resto “Osadía de Crear” dentro da Dominio del Plata oferece desde um menu gourmet até finger food.


Faça sua reserva no encantador e excepcional restaurante Nadia OF, em Chacra de Corias

Se ainda houver tempo, no fim da tarde, ao voltar para a cidade, aproveite para fazer uma visita ao Parque General San Martín, um verdadeiro oásis de 307 hectares de área verde localizado muito próximo ao centro de Mendoza. Ao anoitecer, descubra o sublime dom culinário da chef Nadia Fournier, no restaurante que leva seu nome, Nadia OF, localizado em Chacra de Corias. Com sorte, poderá provar o inesquecível “Rabo ao Malbec”, prato altamente requisitado pelos clientes e que nem sempre se encontra no cardápio, uma vez que ele está sempre mudando para abarcar os ingredientes da estação. Faça reserva com bastante antecedência, pois ele é considerado o melhor da Argentina e suas mesas são sempre muito disputadas.


Bodega O. Fournier, uma das referências no Vale do Uco


Parque do Aconcágua

3º dia

Eleve-se ao Vale de Uco

O Vale de Uco é uma região de forte investimento de capital estrangeiro, com vinícolas ultramodernas e vinhos que se destacam no cenário internacional, refletindo um terroir de altitude, em torno dos 1.200 metros acima do nível do mar.

Linda cave da Salentein

Linda cave da Salentein

Percorrendo 130 quilômetros a partir da cidade de Mendoza, em direção ao sul, chega-se ao departamento de São Carlos onde está situada, bem aos pés dos Andes, a vinícola O. Fournier. Só pela arquitetura, um design futurístico solitário na planície, já vale a visita, que também inclui um passeio pelas belas caves subterrâneas, à 10 metros de profundidade. A bodega oferece sete quartos para acomodar os visitantes e um restaurante fora de série, com menu elaborado pela talentosa Nadia Fournier, mencionada anteriormente.

A menos que esteja hospedado no vale, dificilmente será possível visitar outras propriedades num mesmo dia, principalmente devido às distâncias. Encantadores refúgios como as vinícolas Andeluna, Salentein, Diamandes e alguns outros merecem ser descobertos e, se não forem nessa viagem, não é problema, pois você certamente vai querer voltar.

No retorno à Mendoza, caso esteja com fome, a dica para o jantar é o restaurante Azafrán, com ótimo acesso a wifi, decoração divertida e pratos igualmente criativos e bem servidos. Para escolher o vinho, o sommelier da casa o convida para uma visita à adega, bem na frente do restaurante, onde você poderá ver pessoalmente os rótulos disponíveis e voltar para mesa com o eleito.

Ao final desses dias de viagem, você certamente pode ter uma boa amostra do que essa diversificada região pode oferecer e terá vontade de voltar para desvendar todos os seus atrativos. O sol, as montanhas, a boa comida e o bom vinho estarão à sua espera.

Adega do Azafrán
Adega do Azafrán

Além das vinícolas

Quer outras opções de lazer além das vinícolas? Aproveite um dia para ir conhecer de perto o monte Aconcágua, cujo pico (6.982 metros) é o mais alto das Américas. Distante 180 quilômetros da capital, o Parque Provincial Aconcágua conta com 71 mil hectares de área e sua principal atração é, sem dúvida, a “Sentinela de Pedra”. É preciso fazer uma caminhada de 2 quilômetros até a Laguna Horcones para se ter uma vista privilegiada da montanha. Vá bem abrigado e leve água e comida, pois alimentos não são vendidos no parque. Visitas entre novembro e março, período da alta temporada, são mais recomendadas, devido ao clima.
A cerca de 3 quilômetros de distância de um dos acessos ao Parque Provincial, encontra-se outro ponto turístico a ser visitado, conhecido como Puente del Inca. Trata-se de uma ponte natural de curiosa formação geológica, criada sobre as águas termais do rio Cuevas, onde também se encontram as ruinas de um antigo hotel termal.

Vinhos para provar em Mendoza

AD 92 Pontos  
ALFA CRUX 2004

O. Fournier, Mendoza, Argentina (Vinci US$ 86). Fruta negra madura e compotada, com toques herbáceos e amadeirados predominam neste rico e corpulento tinto. Corte bem elaborado, com predominância de Tempranillo e longa persistência no final de boca. Um alto e suculento corte de carne assada se faz necessário para acompanhá-lo e ambos saem ganhando nesta parceria. VS

ALFA CRUX 2004

 

AD 90 pontos  
ALTO LAS HORMIGAS MALBEC RESERVA 2009

Altos las Hormigas, Mendoza, Argentina (World Wine R$ 102). Aromas de frutas lembrando ameixas e morangos, notas de violetas e de especiarias doces, além de toques tostados, minerais e de frutos secos. Em boca, é frutado, encorpado, tem boa acidez, ótimo volume de boca, taninos finos e final longo e persistente. Ótimo ao lado de carnes vermelhas mais gordurosas grelhadas ou assadas. EM

ALTO LAS HORMIGAS MALBEC RESERVA 2009

 

AD 93 pontos  
CARMELO PATTI CABERNET SAUVIGNON 2004

Carmelo Patti, Mendoza, Argentina (sem importador). Personalidade e complexidade não faltam aos vinhos de Carmelo Patti, pequeno produtor que vem ganhando destaque na Argentina, produzindo apenas três vinhos. Este Cabernet de 2004 está no auge e chama atenção pela sofisticada textura dos taninos, rugosos, porém arredondados. Conserva deliciosa fruta negra (ameixas). VS

CARMELO PATTI CABERNET SAUVIGNON 2004

 

AD 91 pontos  
Finca Los Nobles Malbec Verdot 2006

Luigi Bosca, Mendoza, Argentina (Decanter R$ 180). Blend de Malbec e Petit Verdot com aromas complexos de frutas negras e vermelhas maduras lembrando ameixas e cerejas, notas florais, minerais, tostadas e de especiarias doces. No palato, é frutado, potente, untuoso, tem taninos macios, boa acidez e final longo e persistente. EM

Finca Los Nobles Malbec Verdot 2006

 

AD 89 pontos  
LAGARDE VIOGNIER 2012

Lagarde, Mendoza, Argentina (Devinum R$ 48). Viognier com deliciosos aromas de frutas brancas e tropicais maduras, típicas notas florais, minerais e herbáceas. No palato, confirma as frutas do nariz, é equilibrado, tem bom volume de boca, acidez refrescante e final persistente e agradável, pedindo mais um gole. Experimente com peixes brancos grelhados ou frutos do mar. EM

LAGARDE VIOGNIER 2012

 

AD 93 pontos  
NORTON GERNOT LANGES 2006

Bodega Norton, Mendoza, Argentina (Winebrands R$ 382). 80% Malbec, 10% Cabernet Sauvignon e 10% Cabernet Franc. Típicos aromas de cassis, ameixas e cerejas maduras, notas florais, herbáceas e minerais, além de toques especiados, tostados e de chocolate. Em boca, tem ótima estrutura e maravilhosa textura de taninos. É estruturado, equilibrado, potente, tudo acompanhado por uma gostosa acidez que aporta vivacidade ao conjunto. EM

NORTON GERNOT LANGES 2006

 

AD 89 pontos  
SUSANA BALBO SIGNATURE CABERNET SAUVIGNON 2009

Domínio del Plata, Mendoza, Argentina (Cantu R$ 90). Vinho potente, com acidez inquietante e firmes taninos. Especiarias picantes se unem às frutas negras frescas que explodem no paladar. Muito gastronômico e autêntico, com longo potencial de guarda, harmoniza com morcillas e outros típicos pratos mendocinos. VS

SUSANA BALBO SIGNATURE CABERNET SAUVIGNON 2009

 

AD 89 pontos  
TRIVENTO GOLDEN RESERVE CHARDONNAY 2011

Bodegas Trivento, Mendoza, Argentina (VCT R$ 95). Aromas de frutas brancas e tropicais permeados por pronunciadas notas lácteas, de baunilha e de frutos secos, além de toques florais, minerais e de infusão de camomila. Em boca, confirma esse estilo cremoso e untuoso, é equilibrado, tem boa acidez e final médio, com traços tostados. EM

TRIVENTO GOLDEN RESERVE CHARDONNAY 2011

 

AD 93 pontos  
WHITE STONES CHARDONNAY 2009

Catena Zapata, Mendoza, Argentina (Mistral US$ 119,50). Elaborado com uvas provenientes do vinhedo Adrianna, este é um Chardonnay de tamanho corpo e estrutura que chega a ser mastigável. Acompanha carnes grelhadas com surpreendente desenvoltura. Frutas, minerais e madeira muito bem integrados, fazem deste vinho um dos melhores brancos argentinos. VS

WHITE STONES CHARDONNAY 2009

 

AD 89 Pontos  
Zuccardi TORRONTÉS SÉRIE A 2011

Família Zuccardi, Mendoza, Argentina (Ravin R$ 65). As uvas são de Salta, uma das regiões vitícolas de maior altitude atualmente. Facilmente superam os 2.000 metros acima do nível do mar, o que garante temperaturas mais amenas. Este é um vinho de exuberantes aromas minerais e frutados, muito limpos e refrescantes, lembrando abacaxi com limão e ervas. VS

Zuccardi TORRONTÉS SÉRIE A 2011

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