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Vinho contribui para a saúde mental

Pesquisa diz que beber moderadamente vinho não aumenta o risco de demência


Um novo estudo da universidade de Harvard sugere que o consumo regular e moderado de álcool pode ter pouco ou nenhum efeito sobre a capacidade cognitiva à medida que envelhecemos. Segundo ele, as pessoas que bebem com moderação sofrem com taxas mais baixas de declínio cognitivo, levando à demência, do que os que bebem muito. Além disso, eles não sofreram maior risco do que os que não bebem.

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O estudo, publicado no Journal of American Medical Association (JAMA), analisou dados do mapeamento “Ginkgo Evaluation of Memory”, que acompanhou 3.021 americanos com 72 anos ou mais de 2000 a 2008. O estudo acompanhou o consumo de álcool dos participantes, entre outros fatores, permitindo que os pesquisadores controlassem inúmeras variáveis.

Com base em pesquisas e no número de participantes que sofreram declínio cognitivo e demência, os dados deixam claro que o consumo excessivo de álcool ao longo da vida é ruim para a capacidade cognitiva. Porém, “o consumo diário de baixa quantidade foi associado a um menor risco de demência em comparação com o consumo pouco frequente de quantidades maiores”, disse Majken K. Jensen, autor do estudo.

Os pesquisadores descobriram que os participantes que bebiam com moderação, especificamente quantidades pequenas e regulares, tinham o mesmo desempenho que aqueles que não bebiam. Uma bebida ocasional não afetou adversamente a capacidade cognitiva.

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Da redação

Publicado em 9 de Dezembro de 2019 às 19:00


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Artigo publicado nesta revista